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13 De dezembro: Dia do Marinheiro( Por Raimunda Gil Schaeken)

Professora Raimunda Gil Schaeken(AM)
Redação
Escrito por Redação

A data do nascimento de Joaquim Marques Lisboa é comemorada como o Dia do Marinheiro. A importância do marinheiro é histórica. Foi ele quem, na Antiguidade, a partir dos fenícios, tornou possível o comércio entre as nações. Foi ele quem, no alvorecer da Idade Moderna, descobriu rotas e  encontrou continentes desconhecidos pelos grandes centros da época. Foi ele quem uniu países e culturas.
JOAQUIM MARQUES LISBOA, Marquês de Tamandaré, nasceu na Vila do Rio Grande, Rio Grande do Sul, a 13 de dezembro de 1807, e faleceu no Rio de Janeiro, a 20 de março de 1897.

Ainda adolescente, alistou-se na Marinha Brasileira e somente mais tarde ingressou na Academia da Marinha. Participou de vários movimentos armados internos, entre os quais a Balaiada. O seu heroísmo foi provado várias vezes, não só em batalhas, mas também em época de paz, como quando salvou a nau portuguesa Vasco da Gama quando esta afundava e também salvando a tripulação e passageiros de um navio Inglês que se incendiara. É o Patrono da Marinha Brasileira. A escolha de seu nome não poderia ser melhor, pois, além de ter provado seu heroísmo em batalhas, Tamandaré provou seu sentido de humanismo, de respeito pela vida do ser humano.

Quando foi proclamada a República, Tamandaré continuou na ativa pois se considerava um servidor do Brasil e não de um regime. Por isso, disse a seus subordinados e amigos: “O que está feito, está feito. Cuidemos agora de trabalhar e engrandecer a nossa Pátria”.

CANÇÃO DO MARINHEIRO: CISNE BRANCO
Letra de Benedito de Macedo; Música de A. M. do Espírito Santo

Qual cisne branco que em noite de lua
Vai deslizando num lago azul
O meu navio também flutua
Nos verdes mares de norte a sul.

Linda galera que em noite apagada
Vai navegando no mar intenso
Nos traz saudades da terra amada
Da Pátria minha em que tanto penso

Qual linda garça que vai cortando os ares,
Vai navegando sob um belo céu de anil,
Nossa galera também vai cortando os mares
Os verdes mares, os mares verdes do Brasil

Quanta alegria nos traz a volta
A nossa Pátria do coração
De justo orgulho nossa alma envolta
Temos cumprido nossa missão.

(Raimunda Gil Schaeken – Tefeense, professora aposentada, católica praticante, membro efetivo da Associação dos Escritores do Amazonas –
ASSEAM e da Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas – ALCEAR.)

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