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2º Domingo de Maio, Dia das Mães(Por Raimunda Gil Schaeken)

Professora Raimunda Gil Schaeken(AM)
Professora Raimunda Gil Schaeken(AM)
Redação
Escrito por Redação

Em numerosos países civilizados, o 2º domingo de maio é consagrado à comemoração do “Dia das Mães”, daquelas mulheres que, tendo dado vida a outros seres humanos, consagram sua própria existência a fazer a felicidade de seus filhos.
O Dia das Mães nasceu nos Estados Unidos. Sua idealizadora foi uma professora norte-americana chamada Anne Jarvis, que nasceu em 1864, na cidade de Webster, Estado da Virgínia.

Anne perdeu a mãe, Anne Reeves Jarvis, a quem amava com profundo amor, a 9 de maio de 1906. Sofreu muito com essa perda e pensou em estabelecer um dia para homenagear não só a sua, mas todas as mães do mundo. Escreveu então uma carta ao governador do seu Estado, sugerindo a comemoração. O governador, William Glasscock, aceitou a sugestão e instituiu oficialmente o Dia das Mães no Estado, em 1910, e determinou que as comemorações se dessem no 2º domingo do mês de maio, data mais próxima do falecimento da mãe de Anne. Por uma coincidência felicíssima, o mês de maio é, desde muitos séculos atrás, dedicado a Maria, Mãe de Deus. Nada mais justo e acertado, portanto, do que comemorar o “Dia das Mães” no mês de maio, o mês de MARIA, a mãe por excelência.

No Brasil, a festividade foi introduzida, em 1919, pela Associação Cristã de Moços, e a 5 de maio de 1932 foi oficializada pelo Decreto 21.336, assinado por Getúlio Vargas.

Uma pergunta que deve ocorrer a todos é a seguinte: qual o significado exato dessa comemoração?

A festa das mães nos traz à lembrança todas as mulheres e mães do mundo, aquelas que se foram, as que ainda vivem conosco e as que virão no futuro.

A mulher que o milagre do amor fez mãe sempre foi musa dos poetas e inspiradora dos músicos, dos pintores e dos escultores. Ela foi responsável pelas obras imortais de que se orgulha a humanidade.

Como as flores das quais empresta os nomes, a mãe reflete a beleza e espalha o aroma. Nem os anos conseguem ofuscar o brilho de seus olhos. O seu rosto encanta e atrai, pois a meiguice e o sorriso de criança acompanham-na durante toda a vida.

Devemos procurar não nos deixar atingir pela publicidade exagerada das empresas comerciais que querem aproveitar uma data como essa para vender mais, para ganhar mais dinheiro.

Devemos nos recolher ao íntimo de nossos corações e perceber que a data é uma data-sentimento, uma data-amor, uma data-gratidão. Uma data que não significa apenas comprar presentes caros, muitas vezes acima das posses de quem os oferece.

PARABÉNS A TODAS ÀS MÃES! UM DIA MUITO FELIZ.(Raimunda Gil Schaeken – Tefeense, professora aposentada, católica praticante, membro da Associação dos Escritores do Amazonas – ASSEAM e da Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas – ALCEAR.)

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