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A PLR da Moto Honda deve injetar R$ 25 Mi na economia do Estado

Pátio da Moto Honda da Amazônia.
Redação
Escrito por Redação

Depois de passar por várias mesas de negociações e de vencer a resistência dos empresários, o Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas (Sindmetal), conseguiu fazer a Moto Honda da Amazônia fechar acordo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR), acima da média registrada pelas Comissões de Negociação de PLRs, dos Trabalhadores do Sindmetal, instaladas dentro das fábricas do Polo Industrial de Manaus.

Em três reuniões da Comissão de Negociação a Moto Honda fechou acordo de PLR de R$ 3.100,00 para todos os funcionários da montadora, a serem pagos em novembro desse ano. De acordo com o diretor sindical, Sidney Silva, nenhum funcionário pode receber menos que esse valor.

Sidney deu como exemplo, que os trabalhadores que ganham em torno de R$ 1.000,00, a Honda vai pagar o equivalente a três salários, no vencimento de novembro.

Independente dos R$ 3.100,00 da PLR, a empresa terá que pagar o salário do mês e o 13º salário, normalmente colocados à disposição dos trabalhadores entre novembro e dezembro de cada ano.

Para o presidente do Sindmetal, Valdemir Santana, o Sindicato tem trabalhado muito, na conquista de benefícios para os trabalhadores e os resultados estão disponibilizados para todos que queiram ver na sede da entidade sindical.

Santana disse que os Metalúrgicos tem contribuído, sistematicamente, com a economia do Estado em números reais. Ou seja, ele destaca que a PLR a ser recebida por aproximadamente sete mil funcionários, deve injetar algo em torno de R$ 25 Milhões na economia do Estado, no final do ano. Para o consumo de bens e serviços.

O volume de dinheiro a ser arrecadado através da PLR, via negociações das comissões de negociações do Sindicato dos Metalúrgicos, na opinião do presidente, fica no Amazonas para movimentar a economia. “Se o Sindicato não estivesse negociando com as direções das empresas, todo esse dinheiro iria para as matrizes das fábricas, sairia do Estado e o trabalhador não seria beneficiado”, concluiu.

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