Amazonas Economia

A PLR dos metalúrgicos já injeta R$ 25 Milhões na economia do Estado

Presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas, Valdemir Santana.
Redação
Escrito por Redação

Enquanto uns poucos inconformados jogam pedras à esmo, a diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do Amazonas (Sindmetal) prefere trabalhar no sentido de favorecer os trabalhadores do setor industrial e na conquista de resultados para a economia do Estado.

Nesse sentido, organizou uma força tarefa para negociar acordo de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) em pelo menos 60 empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), nesse primeiro semestre de 2016.

A iniciativa está tendo resultados. De janeiro a maio de 2016, o Sindicato conseguiu injetar cerca de R$ 25 milhões na economia do Amazonas. A Meta desse ano, é fechar acordo com pelo menos 180 empresas do PIM. Os valores ainda não foram calculados pela direção do Sindicato, mas estima-se que deva entrar em circulação no comércio e serviços da cidade, algo em torno de R$ 100 Milhões, independente dos salários recebidos pelos trabalhadores.

As PLRs são negociadas entre representantes das empresas e a Comissão de PLR do Sindicato dos Metalúrgicos. De acordo com o presidente do Sindicato Valdemir Santana, os membros da comissão são escolhidos em uma eleição interna pelos próprios trabalhadores. Isso vem dando transparência, credibilidade e agilidade nas negociações.

“Os acordos de PLR’s são garantidos e assegurados por lei, onde uma comissão é formada para negociar com a empresa e manter os trabalhadores informados sobre o andamento das negociações”, explicou o presidente.

Santana avalia que algumas empresas possam não querer pagar a PLR aos trabalhadores alegando período de crise e tornando as negociações mais difíceis. Mas espera que até o final de julho, próximo de 130 empresas devam aderir ao programa de inserção do trabalhador nos lucros das empresas.

Em 2015, o Sindmetal conseguiu negociar a PLR com 172 empresas do PIM e injetar algo em torno de R$ 145 Milhões na economia do Amazonas. “Mesmo nesse momento de crise, estamos otimistas em nossas negociações e focados em conseguir os melhores acordos de PLR’s para os trabalhadores”, concluiu Santana, que desafia mostrarem outro segmento sindical com esse resultado, no Amazonas.

Outros acordos

Sobre os acordos de PLR das empresas Yamaha e LG, Santana informou que já estão em fase de conclusão. “Na LG, temos quatro dirigentes sindicais e três na Yamaha acompanhando as negociações”.

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