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AC: Escola pega fogo e crianças são retiradas às pressas de prédio

Umas 20 crianças que estavam no prédio foram retiradas com a ajuda de moradores/Foto: G1
Umas 20 crianças que estavam no prédio foram retiradas com a ajuda de moradores/Foto: G1
Redação
Escrito por Redação
Umas 20 crianças que estavam no prédio foram retiradas com a ajuda de moradores/Foto: G1

Umas 20 crianças que estavam no prédio foram retiradas com a ajuda de moradores/Foto: G1

A escola de ensino infantil e fundamental Maria de Nazaré Lima, no bairro da Baixa, em Cruzeiro do Sul, foi alvo de ataques na tarde desta quinta-feira (18). O fogo iniciou por volta das 13h e ao menos 20 crianças que estavam no prédio foram retiradas com a ajuda de moradores. O Corpo de Bombeiros foi acionado e tenta amenizar as chamas com quatro viaturas. Não há confirmação de que o incêndio tenha sido mais um dos ataques.

Uma professora que estava no local disse que o fogo começou em uma das salas. Luciana Oliveira, que mora próximo à escola, disse que os alunos tinham acabado de chegar para o turno da tarde. “Eu estava na casa da minha irmã quando vi a fumaça e de repente o fogo aumentou. Tava cheio de alunos e na hora do fogo as professoras começaram a tiras as crianças”, conta.

Gelson Oliveira, de 28 anos, foi um dos moradores que ajudou as professoras. “As crianças estavam gritando muito e nós ajudamos as professoras a tirá-las”, disse.

O capitão Rômulo Barros, do Corpo de Bombeiros, informou que é prematuro falar com precisão se a ação foi mais um dos ataques. Porém, a área foi isolada para que seja feita uma análise no local. “Estamos com a equipe operacionalizando o que houve. A estrutura também corre risco de desabamento”, falou.

Barros falou ainda que não há risco de propagação do incêndio para as casas que ficam ao lado da escola. “O incêndio está controlado, temos ajuda de caminhões da prefeitura, carros-pipa de empresas particulares. Estamos tendo cuidado para que a estrutura física do local não ceda e isso possa colocar em risco a vida das pessoas que estão trabalhando aqui”, acrescentou.

A diretora da escola, muito abalada, não conseguiu dar entrevista. (G1)

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