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Advogado do Sindicargas pode responder a inquérito na Polícia Federal

Advogado Amadeu Maués, pode responder a ínquérito na PF.
Advogado Amadeu Maués, pode responder a ínquérito na PF.
Redação
Escrito por Redação

O Advogado do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes de Cargas (Sindicargas), Amadeu Maués e o presidente do Sindicato, Carlos Gonzaga, estão comemorando antecipadamente a volta da diretoria deposta no último dia 18 de fevereiro, pela 14ª Vara da justiça do Trabalho de Manaus, por desvio de verbas, venda ilegal do patrimônio e outras irregularidades graves.

A volta, segundo eles, estaria garantida por um Desembargador influente do Tribunal Regional do Trabalho (o site omite o nome em respeito ao Desembargador), que teria confirmado o despacho da liminar de reintegração da diretoria, entre segunda e terça feira, dessa próxima semana.

Amadeu garantiu ao grupo deposto, que deu entrada em um Mandato de Segurança no Plantão do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) e que já tem a decisão confirmada pelo próprio desembargador, o qual, teria encontrado em um café regional da cidade.

Quando o advogado Amadeu Maués e o ex-presidente Carlos Gonzaga entraram no sindicato há 10 anos, a categoria ainda possuía patrimônio, sede, balneário, veículos e outros bens. Hoje, acumula dívida de milhões, não tem sede, balneário e ainda paga aluguel para um dos próprios membros do grupo deles. Pagam aluguel de R$ 5 mil por um prédio que não vale R$ 2 mil/mês.

Inquérito na Polícia Federal

Independente do que o advogado Amadeu Maués anda falando, o que se tem em andamento, é uma denúncia feita na Polícia Federal para a investigação do uso indevido de nomes de autoridades do judiciário do Trabalho. Alguns advogados trabalhistas tem alardeado pelas categorias, que foram favorecidos por juízes e desembargadores em peças despachadas no TRT-AM, com o único intuito de se mostrarem influentes diante dos trabalhadores.

Amadeu está usando desse expediente para se mostrar forte diante da categoria que representa e que controla como se fosse um sindicalista. Ele estaria usando indevidamente o nome de autoridades do judiciário para obter força diante da categoria.

Testemunhas confirmam que Amadeu encontrou com uma autoridade do Judiciário do Trabalho em um Café Regional da cidade, e já saiu dizendo que estava tudo certo. O desembargador em questão, estaria buscando provas do uso indevido de seu nome, para abrir um inquérito na Polícia Federal.

Outros juízes também já estariam fazendo denúncia na PF para investigar uso indevido de seus nomes por advogados mal intencionados.

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