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Africanos dominam a São Silvestre mais uma vez e ´jejum´ do Brasil continua

Africanos vencem São Silvestre, em 2015/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

Mais uma vez os africanos foram o grande destaque da Corrida de São Silvestre e não deram chances aos brasileiros, aumentando ainda mais o jejum do país na tradicional prova de rua.
Na 91ª edição da prova, disputada na manhã de hoje, quinta-feira, o triunfo na prova masculina ficou com Stanley Biwott, do Quênia. No feminino, o triunfo foi de Yimer Wude Ayalew , da Etiópia. Com isso, já se completam cinco edições sem vitórias do Brasil entre os homens e nove entre as mulheres.

A vitória de Ayalew, com o tempo de 54m01, foi a sua terceira na São Silvestre. Campeã do ano passado, ela também havia ficado com o primeiro lugar em 2008. A melhor brasileira na prova foi Sueli Pereira, que acabou na quarta colocação, com o tempo de 54m15. Logo na sequência, chegou Joziane Cardoso, com 54m22.

Apesar de não terem conseguido acabar com o jejum que dura desde 2006, as duas atletas do Brasil brigaram até o último quilômetro pela vitória e só ficaram para trás no fim da subida da Brigadeiro, ponto mais crítico da prova.

“A prova estava muito fraca no começo e tentei ir com as quenianas até o final. Nunca tinha subido no pódio da São Silvestre. Para mim foi muito emocionante. Quem sabe não consigo a vitória no ano que vem”, disse à Rede Globo.

Conquistar o terceiro triunfo não foi fácil para Ayalew, que só conseguiu assumir a ponta nos últimos metros e chegou à frente da queniana Delvine Meringor com apenas dois segundos de vantagem.

A corrida masculina teve um fim para lá de acirrado, com indefinição também até os metros finais. Mas Stanley Biwott, campeão da Maratona de Nova York neste ano, só prevaleceu sobre o etíope Leul Aleme no sprint final. Ele completou os 15 quilômetros em 44m31, contra 44m34 do adversário.

O melhor brasileiro foi Giovani dos Santos, que acabou na quinta colocação ao cruzar a linha de chegada com a marca de 44m58.

“A emoção é muito grande, a São Silvestre é para poucos. Subir no pódio é bom, estou feliz com o que consegui”, afirmou em entrevista à Rede Globo.

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