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Amazonense busca o bi no mundial de Jiu-Jítsu, em SP

Keice Júlia busca ouro no mundial de Jiu-Jítsu, SP/Foto:
Keice Júlia busca ouro no mundial de Jiu-Jítsu, SP/Foto:
Redação
Escrito por Redação
Keice Júlia busca ouro no mundial de Jiu-Jítsu, SP/Foto:

Keice Júlia busca ouro no mundial de Jiu-Jítsu, SP/Foto:

Keyce Júlia, uma das maiores promessas da nova geração do Jiu-Jitsu do Amazonas, tem um novo desafio nos tatames. Com apenas 09 anos, ela vai disputar, no próximo sábado (16), em São Paulo, o Campeonato Mundial de Jiu-Jítsu Esportivo 2016, para onde viajou na madrugada de hoje.
A competição organizada pela Confederação Brasileira de Jiu-Jítsu Esportivo (CBJJE), acontece no ginásio do Ibirapuera, na capital paulista, reunindo a nata da modalidade do País. Atleta do projeto social Guerreiros de Deus (Comunidade Santa Terezinha, Dom Pedro, fronteira com o Alvorada), a pequena Keyce Júlia disputou seu primeiro Mundial ano passado, e voltou a Manaus com a medalha de ouro no peito. A meta da guerreira da faixa amarela até 32 kg é faturar o ouro novamente.

“Estou otimista porque treinei bastante com meu professor Ronaldo Valença e com os colegas da academia. Também tive bons resultados nos campeonatos que aconteceram na cidade ao longo do ano”, afirma Keyce Júlia, que cursa o quarto ano do Ensino Fundamental no colégio Recanto do Senhor, onde recebe bolsa de 50% graças ao talento no esporte.

Para bancar a carreira da promessa e os custos da viagem, os pais Júlio César e Meyre, se viram nos trinta. Correram atrás de patrocínio e sensibilizaram pessoas e empresas que investem no talento de Keyce Júlia, como: Shop do Pé, Transiza Transportes e Logística, Emanuel Sports & Marketing, Lincoln Contábeis, Frutaria do Maik e Chas Coiffeur.

“O jiu-jítsu é um esporte caro. Tem os custos dos quimonos, inscrições, passagem, hospedagem e alimentação. Graças ao Shop do Pé, a Transiza Transportes e Logística e outros amigos da comunidade estamos conseguindo mandar a Keyce para o seu segundo Mundial. Ela está preparada, agora é só torcer”, conclui o pai, dono de um micro empreendimento chamado “Kikão do Preto”.

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