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Anamã: Mais um município em Estado de Calamidade Pública, no Amazonas

Anamã em Estado de calamidade Pública/Foto: DC
Anamã em Estado de calamidade Pública/Foto: DC
Redação
Escrito por Redação

A Defesa Civil do Amazonas atestou hoje, sexta-feira (19), o decreto de Estado de Calamidade Pública do município de Anamã, na calha do Baixo Solimões, com o documento seguindo para homologação estadual. A cidade já contabiliza 8.323 mil pessoas afetadas e órgão vai iniciar novo plano emergencial de atendimento às famílias afetadas.
“O município já vinha sendo atendido pelo Governo do Estado com apoio técnico e ajuda humanitária. Com o decreto de Calamidade reconhecido, deverá receber nos próximos dias, a quarta remessa de socorro”, afirmou o secretário adjunto da Defesa Civil do Amazonas, Hermógenes Rabelo.

Nessa fase de atendimento, as famílias serão contempladas com cestas básicas e kits dormitórios (redes e colchões). A cidade já recebeu anteriormente 27 toneladas de ajuda humanitária (alimentos não perecíveis, água potável, hipoclorito de sódio, kits dormitórios, filtros de água, kits medicamentos), além de 150 kits madeira, para a construção de pontes e marombas.

A Igreja também foi atingida/Foto: DC

A Igreja também foi atingida/Foto: DC

Anamã, que já apresenta comprometimento dos serviços essenciais em escolas, postos de saúde, energia elétrica, além do fechamento da agência dos Correios, é a segunda cidade do Amazonas a decretar Estado Calamidade Pública neste ano. O primeiro município foi Boca do Acre, na calha do Purus, que já apresenta descida gradativa do nível do rio.

Nova remessa de ajuda humanitária – A Defesa Civil do Amazonas envia nesta sexta-feira, 19, para Manaquiri, no Baixo Solimões, 15 toneladas de alimentos não perecíveis, além de medicamentos e hipoclorito de sódio. O município Careiro Castanho, um dos últimos a decretar Emergência, também vai receber a partir de hoje, 20 toneladas de cestas básicas, remédios e o hipoclorito.

O volume de ajuda humanitária distribuída pelo órgão desde o início da enchente no mês de fevereiro subiu para 717 toneladas de alimentos, além de produtos de higiene pessoal, de dormitório, filtros de água, água potável, medicamentos e madeira.

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