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Atentado de Nice, faz Brasil mudar esquema de segurança da Rio-2016

Ministro Raul Jungmann, da Defesa, estuda mudanças na segurança/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação
Ministro Raul Jungmann, da Defesa, estuda mudanças na segurança/Foto: Divulgação

Ministro Raul Jungmann, da Defesa, estuda mudanças na segurança/Foto: Divulgação

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, declarou hoje, sexta-feira (15), que o atentado na cidade de Nice, no sul da França, que matou 84 pessoas, deve mexer nas medidas de segurança para o público, durante a Olimpíada do Rio de Janeiro.
– O atentado em Nice preocupa a nós também. Acompanhamos todos os fatos e tiramos algumas lições. Vamos ter que revisar procedimentos, ampliar barreiras, as revistas, vamos ter que ter uma segurança muito mais rígida. Infelizmente isso pode ser uma dificuldade a mais e um transtorno para as pessoas, mas é para o bem e para a segurança delas – afirmou o ministro, em entrevista à rádio CBN.

Os atentados em ao redor do mundo fizeram com que o Governo Federal tomasse uma série de medidas para a Rio-2016. 6 mil agentes da Força Nacional de Segurança Pública foram chamados para trabalhar durante o evento.

Além disso, um gabinete especial voltado ao combate e prevenção foi criado para monitorar possíveis situações de risco. Os dados serão compartilhados entre agências de inteligência de outros 97 países e uma base de dados dos Estados Unidos também será disponibilizada.

Especialistas de países como Estados Unidos, Grã-Bretanha, França e Espanha estarão trabalhando em um centro antiterrorismo internacional criado pelo Brasil.

– Estamos cumprindo com todos os encargos do COI para defesa e segurança, as Forças Armadas Brasileira estão com um trabalho de planejamento de três anos. Nós temos uma parceria com as principais agências de inteligência do mundo todo. A Olimpíada do Rio terá o primeiro centro internacional de inteligência. Já estão credenciados representantes de 106 países, que vão estar neste centro, além de nós mesmos termos um centro integrado de contra-terrorismo. Todas as providências que nos foram demandadas, nos estamos fazendo – disse Jungmann.(Terra/Lance)

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