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CNJ sugere que cartórios não façam novas uniões poliafetivas

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Redação
Escrito por Redação

A jurista Nancy Andrighi, que ministra a Corregedoria do Conselho Nacional de Justiça, órgão vinculado ao Conselho Nacional de Justiça, solicitou aos cartórios brasileiros a suspensão de casamentos poliafetivos, como são chamadas as uniões civis entre mais de duas pessoas.

De acordo com O Globo, a solicitação é fruto de uma representação judicial da Associação de Direito de Família e das Sucessões (ADFAS), que pediu a proibição de novas escrituras de reconhecimento de uniões deste tipo.

A liminar foi negada por Nancy, mas a jurista pediu aos cartórios que aguardem um posicionamento do CNJ para outorgarem novas uniões. “Essa é apenas uma sugestão aos tabelionatos, como medida de prudência, até que se discuta com profundidade esse tema tão complexo que extrapola os interesses das pessoas envolvidas na relação afetiva”, disse a ministra, reafirmando que não se trata de uma proibição, mas sim uma sugestão aos tabeliães, que podem ainda fazer as escrituras.

Ainda de acordo com O Globo, o site da ADFAS afirma “ter como princípio a monogamia nas relações conjugais, de casamento e de união estável”.

(NOTÍCIAS AO MINUTO)

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