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Com um ponto em sete jogos, nem o Maracanã ajuda e Vasco

O choro de Rafael Silva, após gol do Figueira/Foto: O Globo
Redação
Escrito por Redação

O Vasco se aproxima, cada vez mais, do temido rebaixamento no Campeonato Brasileiro – o terceiro em oito anos. Com tropeços seguidos, e há seis rodadas sem saber o que é deixar a lanterna da competição, o time de São Januário não conseguiu nem aproveitar alguns fatores que poderiam ajudar na luta para subir na tabela.
O primeiro deles foi o Maracanã. Ao deixar São Januário e apostar no tradicional estádio, a diretoria acreditou que reduziria a pressão e, com apoio maciço, conseguiria as sonhas vitórias. Nada feito. Desde que passou a mandar os jogos no local, amargou duas derrotas e conquistou apenas um ponto – empate contra o Joinville.

O ponto somado diante dos catarinenses, aliás, foi o único em mais de 40 dias – sete jogos. Outro fator apontado como positivo e visto com bons olhos que não funcionou foi a sequência contra Joinville, Santos, Coritiba, Goiás e Figueirense, times da metade de baixo da tabela. Quatro derrotas e apenas um empate na trajetória apontada como “tranquila” por diretoria e comissão técnica.

Agora a missão não será das mais fáceis, com jogos contra Internacional e Atlético-MG nas próximas rodadas. Ainda assim, o técnico Jorginho não se assusta e tenta manter o otimismo.

“Uma coisa é positiva em relação a pegar as grandes equipes: fica um jogo mais aberto. São equipes que vão se lançar. E essa coisa de jogar contra times fechados tem sido nossa grande dificuldade. Vamos ter espaço para jogar e isso pode nos ajudar. Não vamos desistir. Seguiremos o trabalho em busca de vitórias para sair dessa posição”, comentou o técnico.

Com apenas 13 pontos, o Vasco tentará somar aproximadamente 30 pontos nas próximas 17 rodadas para mudar o histórico do Campeonato Brasileiro. Desde que o sistema de 20 clubes foi adotado nos pontos corridos, nunca uma equipe que segurou a lanterna na 21ª rodada conseguiu escapar da queda.

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