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Conhecimento Esotérico-Série CCCXXVIII (Por Max Diniz Cruzeiro)

Max Diniz Cruzeiro, neurocientista clínico(DF)
Max Diniz Cruzeiro, neurocientista clínico(DF)
Redação
Escrito por Redação

O Conhecimento Esotérico é um tipo de conhecimento religioso em que predomina a gestão do relacionamento do indivíduo consigo mesmo dentro de sua percepção interna onde a descoberta de si mesmo serve para projetar soluções reflexivas de forma consciente por sobre o ambiente.
Uma pessoa quando busca interiorizar-se ela procura entender o reflexo em que os estímulos do ambiente exercem influência sobre o indivíduo, de forma a aprofundar a sua relação para com o mundo a sua volta.

O processo de transcrição da mensagem do meio é valorizado em face do aprimoramento das relações para com o mundo.

A essência de tudo parece indicar o néctar em que o princípio da absorção do pensamento deve guiar os estímulos.

O reencontro com a sutiliza da natureza serve como uma inspiração paradisíaca que serve como inspiração para a conexão com outros seres vivos mais primitivos ou de essência elemental mais evoluída.

Sobre a semente está a construção do amor. E sem este amor fecundo não há sustentação da vida. Tem que partir do ser a vontade de existir para que este renove com seu encantamento sua beleza em ostentar sua existência.

A conexão com os mundos causais e elementares é muito importante para o desenvolvimento anímico de um ser vivo que queira trilhar um nível elevado de consciência.

Como compreender a noção de consequências que irá limitar o sofrimento humano quando este não desejar mais percorrer a senda do infortúnio, para passar a corroborar por um caminho de ascensão indo pela senda da iluminação.

Quando um ser de um reino elemental ascende se assim for sua vontade ele transcende a linha da criação para incorporar sua essência em outro reino mais evoluído. Caso contrário encontrará os pressupostos e a permanência do seu caminho do seu reino de origem.

Tem-se que nutrir respeito por tudo o que se é vivo, como racionalizar o sofrimento do elemental em que nossa necessidade orgânica de consumo alimentar nos tornam extratores de sua essência.

A interconexão com os diversos mundos que se completam é o dever moral de todo o ser que esteja no topo civilizatório, porque as várias humanidades que povoam um planeta são solidárias na partilha de um elo de desenvolvimento universal.

Uma civilização não pode subjugar descendências inteiras de outras populações de seres vives apropriando de seus recursos e conduzindo o seu processo de ciclicidade biológica ao bel prazer e uma única ou poucas espécies consideradas inteligentes e civilizadas.

O princípio da partilha deve ser estendido para todas as populações viventes no planeta terra. E as condições primárias de existência devem ser preservadas para uma emancipação de uma verdade lúcida de efeito moral pelo reconhecimento humano ao patrimônio biológico das espécies.

A certeza de vida eterna leva o homem a um desenvolvimento constante de suas percepções.

A renúncia ao egoísmo é o comportamento esperado do ser que deseja compartilhar em grupo toda a sua experimentação existencial.

A consciência reflexiva surge como resultado deste processo de crescimento interior e desenvolvimento constante.

A cooperação com outros indivíduos a tratativa mais importante que humaniza qualquer espécie diante de sua vivência existencial.

A interconexão com o mundo parte de uma vontade onisciente de que é impossível viver isolado.

O respeito à matéria surge como um apoio ao princípio de utilidade que venha ela a servir como instrumentalidade para a manipulação do tridimensional necessário para a o desenvolvimento de quaisquer criaturas deste plano terrestre.

O princípio de união em que forças são somadas ou agregadas com um intuito nobre maior que caracteriza a fortaleza de um reino biológica na tentativa de construção de um ensinamento que deve ser copilado e perseguido por outras civilizações ou agrupamentos de seres vivos.

O culto ao belo, ao paradisíaco, ao helênico, ao narcísico, ao abstrato, ao concreto, são dentro de suas verdades elementos substanciais para a geração de absorção do que pode ser compreendido de mais nobre pertencente a natureza que possa ser fusionado ao saber e conhecimento humanos.

Enquanto se vive o aprendizado é uma espiral constante, e quando não se está vivo se ascende para outra dimensão mais sutil que está entrelaçada com outras dimensões mais densas ou mais leves em termos de estrutura anímicas. O reconhecimento depois do encontro de todas as verdades é da existência de uma força criacionista que tudo move o universo, e se deseja colaborar para que a integração de forças conduza à leveza de espírito.(Max Diniz Cruzeiro – O Conhecimento Esotérico é um tipo de conhecimento religioso em que predomina a gestão do relacionamento do indivíduo consigo mesmo dentro de sua percepção interna onde a descoberta de si mesmo serve para projetar soluções reflexivas de forma consciente por sobre o ambiente.

Uma pessoa quando busca interiorizar-se ela procura entender o reflexo em que os estímulos do ambiente exercem influência sobre o indivíduo, de forma a aprofundar a sua relação para com o mundo a sua volta.

O processo de transcrição da mensagem do meio é valorizado em face do aprimoramento das relações para com o mundo.

A essência de tudo parece indicar o néctar em que o princípio da absorção do pensamento deve guiar os estímulos.

O reencontro com a sutiliza da natureza serve como uma inspiração paradisíaca que serve como inspiração para a conexão com outros seres vivos mais primitivos ou de essência elemental mais evoluída.

Sobre a semente está a construção do amor. E sem este amor fecundo não há sustentação da vida. Tem que partir do ser a vontade de existir para que este renove com seu encantamento sua beleza em ostentar sua existência.

A conexão com os mundos causais e elementares é muito importante para o desenvolvimento anímico de um ser vivo que queira trilhar um nível elevado de consciência.

Como compreender a noção de consequências que irá limitar o sofrimento humano quando este não desejar mais percorrer a senda do infortúnio, para passar a corroborar por um caminho de ascensão indo pela senda da iluminação.

Quando um ser de um reino elemental ascende se assim for sua vontade ele transcende a linha da criação para incorporar sua essência em outro reino mais evoluído. Caso contrário encontrará os pressupostos e a permanência do seu caminho do seu reino de origem.

Tem-se que nutrir respeito por tudo o que se é vivo, como racionalizar o sofrimento do elemental em que nossa necessidade orgânica de consumo alimentar nos tornam extratores de sua essência.

A interconexão com os diversos mundos que se completam é o dever moral de todo o ser que esteja no topo civilizatório, porque as várias humanidades que povoam um planeta são solidárias na partilha de um elo de desenvolvimento universal.

Uma civilização não pode subjugar descendências inteiras de outras populações de seres vives apropriando de seus recursos e conduzindo o seu processo de ciclicidade biológica ao bel prazer e uma única ou poucas espécies consideradas inteligentes e civilizadas.

O princípio da partilha deve ser estendido para todas as populações viventes no planeta terra. E as condições primárias de existência devem ser preservadas para uma emancipação de uma verdade lúcida de efeito moral pelo reconhecimento humano ao patrimônio biológico das espécies.

A certeza de vida eterna leva o homem a um desenvolvimento constante de suas percepções.

A renúncia ao egoísmo é o comportamento esperado do ser que deseja compartilhar em grupo toda a sua experimentação existencial.

A consciência reflexiva surge como resultado deste processo de crescimento interior e desenvolvimento constante.

A cooperação com outros indivíduos a tratativa mais importante que humaniza qualquer espécie diante de sua vivência existencial.

A interconexão com o mundo parte de uma vontade onisciente de que é impossível viver isolado.

O respeito à matéria surge como um apoio ao princípio de utilidade que venha ela a servir como instrumentalidade para a manipulação do tridimensional necessário para a o desenvolvimento de quaisquer criaturas deste plano terrestre.

O princípio de união em que forças são somadas ou agregadas com um intuito nobre maior que caracteriza a fortaleza de um reino biológica na tentativa de construção de um ensinamento que deve ser copilado e perseguido por outras civilizações ou agrupamentos de seres vivos.

O culto ao belo, ao paradisíaco, ao helênico, ao narcísico, ao abstrato, ao concreto, são dentro de suas verdades elementos substanciais para a geração de absorção do que pode ser compreendido de mais nobre pertencente a natureza que possa ser fusionado ao saber e conhecimento humanos.

Enquanto se vive o aprendizado é uma espiral constante, e quando não se está vivo se ascende para outra dimensão mais sutil que está entrelaçada com outras dimensões mais densas ou mais leves em termos de estrutura anímicas. O reconhecimento depois do encontro de todas as verdades é da existência de uma força criacionista que tudo move o universo, e se deseja colaborar para que a integração de forças conduza à leveza de espírito.(Max Diniz Cruzeiro – Neurocientista Clínico, Psicopedagogo Clínico e Empresarial – www.lenderbook.com)

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