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Convenção Estadual discute rumos da profissão de Turismólogo

Convenção celebra Dia do Turismólogo/Foto: Divulgação
Convenção celebra Dia do Turismólogo/Foto: Divulgação
Redação
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Convenção celebra Dia do Turismólogo/Foto: Divulgação

                           Convenção celebra Dia do Turismólogo/Foto: Divulgação

A Associação Brasileira de Bacharéis em Turismo do Amazonas (Abbtur/AM), em parceria com a Comissão de Turismo da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas, presidida pelo deputado Francisco Souza (PTN), realizarão no dia 27 de Setembro, a 1ª Convenção Amazonense dos Turismólogos, evento a ser realizado no Auditório Belarmino Lins, da Assembleia, das 08h00 às 14h00.
O evento será em homenagem ao “Dia Mundial do Turismo” e “Dia Estadual do Turismólogo”, este último instituído pela Lei Estadual nº 3.822/2012, de autoria do deputado Souza, e contará com os palestrantes Nacionais dentre eles: Elzário Pereira Júnior, presidente da ABBTUR Nacional; Tânia Omêna, presidente da ABBTUR/RJ e Silvia Cabral, presidente ABBTUR/SC.

Com o tema “Turismólogo: Profissional de Interesse Público”, os palestrantes irão apresentar a importância da inserção do profissional Turismólogo para o desenvolvimento do Turismo no País e no Estado, além de promover a união da classe em busca de uma melhor posição para o profissional.

“A categoria dos Turismólogos precisa ser reconhecida e valorizada nas funções que desempenham, é uma classe de fundamental importância para o desenvolvimento econômico do Estado. O evento será para homenagear e também para discutir o turismo. Manaus tem um potencial e está entre os dez maiores destinos turísticos do Brasil, mas falta investimentos público e privado no setor que precisa ser fortalecido”, destacou Souza.

O Amazonas possui cerca de cinco mil turismólogos formados e mais mil em formação nas universidades. Segundo o presidente da ABBTUR/AM, Itamar Souto, é necessário fortalecer o diálogo com os profissionais e acadêmicos para aperfeiçoar os trabalhos no segmento. “Para muitas pessoas o turismo ainda possui a visão de uma “indústria sem chaminé”, e assim acham que a atividade não proporciona impactos negativos. Pelo contrário, uma atividade mal planejada ou não planejada resulta na degradação ambiental e sociocultural de uma localidade, sem aproveitar o potencial turístico que temos em nossa região”.

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