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Copa América: Uruguaios comparam Chile à Argentina: ‘potencial terrível’

O ídolo Vidal puxa o Chile/Foto: AFP
O ídolo Vidal puxa o Chile/Foto: AFP
Redação
Escrito por Redação

O atual campeão e o país-sede farão a primeira das quartas de final da Copa América a partir das 20h30 (de Brasília) de hoje, quarta-feira, em Santiago, e o Uruguai confia em suas armas para tentar eliminar o Chile diante de sua própria torcida. Maior vencedora do torneio, com 15 troféus, e atual detentora do título, a seleção celeste vê nos chilenos uma equipe de potencial ofensivo semelhante à da Argentina.
“É o mesmo que enfrentar a Argentina, tem que estar muito atento às individualidades”, disse o zagueiro e capitão Diego Godín, que volta de suspensão para a partida. “Não se pode dar espaços em nenhum momento, mas o principal é estar atento ao funcionamento coletivo da equipe”.

O meia Carlos Sánchez também elogiou o setor de frente dos anfitriões, que conta com nomes como Alexis Sánchez, Vidal, Valdivia e Vargas. “Do meio para frente, eles têm um potencial terrível. Muita técnica, sempre buscando uns aos outros para potencializar as jogadas. Sabemos como eles jogam, mas estamos concentrados e podemos fazer bem o que queremos”, avaliou.

E o que o Uruguai quer está claro: defender bem, esperar o momento certo e atacar principalmente com o jogo aéreo que é o ponto fraco do Chile. Na retaguarda do time da casa, o titular mais alto costuma ser o zagueiro Jara, com 1,79 m. Entre os jogadores de linha, o de maior envergadura é Vidal, com 1,80 m. Já os celestes têm exímios cabeceadores como Cavani, Giménez e o próprio Godín.

“Sempre nos preocupa mais o coletivo”, disse o zagueiro do Atlético de Madrid. “O Chile é uma grande seleção e vem demonstrando isso há vários anos, com bons resultados. Mas mesmo que haja individualidades, o coletivo é oque mais importa. Aqui, o que fortalece o time é a solidariedade na hora de jogar”.

No último encontro entre as seleções, em novembro do ano passado, os uruguaios levaram a melhor em amistoso no Monumental de Santiago: 2 a 1, de virada. Agora, porém, Godín sabe que a situação será outra, com o Estádio Nacional lotado de chilenos empurrando a seleção da casa para seguir tentando um título inédito da Copa América.

“Sinceramente, são jogos muito diferentes. Aquilo era um amistoso, jogado em baixa intensidade, e isso são as quartas de final da Copa América. A grande responsabilidade agora é do Chile, que joga em casa diante de 50 mil pessoas e pode ganhar pela primeira vez um título importante na América. Estamos preparados”, avisou o capitão.

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