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Copa Sul-Minas: Todos contra todos, final única e grande festa

Dirigentes discutem a Copa Sul-Minas/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

Ainda que esteja em discussão se vai ocorrer ou não, a Copa Sul-Minas tem um esboço de como vai ser disputada. A intenção dos clubes, até o momento é de fazer com que todos os participantes, independente da presença ou não do Flamengo e do Fluminense, se enfrentem. Mais do que isso, a intenção é fazer do torneio uma “festa” para o torcedor, com organização e atrativos.
Os representantes dos clubes voltam a se encontrar no dia 7 de agosto, em Porto Alegre. A previsão é de chegar a uma fórmula de disputa e podem até confirmar a realização do torneio. O plano inicial é de que os times sejam divididos em dois grupos. No primeiro turno eles se enfrentam entre eles e na segunda parte os confrontos são das equipes de grupos distintos. Os quatro melhores de cada agrupamento, no somatório das duas fases, fariam mata-mata nas quartas e nas semifinais. A decisão tende a ser uma novidade. A pauta atual prevê que uma cidade seja escolhida previamente para receber a final, em jogo único.

– Inicialmente 12 clubes, se vierem Flamengo e Fluminense, 14 clubes. Seriam 18 datas e a final em jogo único. É uma final estilo Champions, em uma cidade pré-anunciada, será feito uma produção, um evento paralelo para promover o evento – aponta o vice-presidente do Coritiba, André Luiz Macias, mentor da copa Sul Minas.

Ainda que não tenha confirmação da realização do torneio, tampouco ainda hajam outras discussões a serem feitas, o cartola está otimista e descarta que a competição venha a ocorrer somente na temporada seguinte, em 2017. Além de disputa, a missão curta é fazer da competição também viável.

– Dá tempo, estamos em julho, a final em abril, campeonato em fevereiro. É só organizar e fazer, custa muito, tem gente interessada, mas o lucro pode ser considerável, estamos otimistas. Fica cada vez mais claro que os clubes gastam até 30 vezes mais do que arrecadam nos primeiros quatro meses. Então na próxima reunião vamos avaliar e o nome pode ser vendido, pode ser naming rights. O nome que pagar, leva.

Enquanto as discussão não são retomadas, clubes e entusiastas trabalham nos bastidores. Até a próxima reunião, a tendência é de que esteja formada a associação que seria responsável pela gestão da competição. Macias refuta a ideia de fazer como a Copa Verde ou a Nordeste, que são administradas por uma liga.

– Não há a necessidade de uma liga. Nossos advogados foram felizes em apresentar os caminhos jurídicos. É algo que a gente só faria com a chancela da CBF, uma associação para constituir uma representação jurídica.(G1)

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