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CUT e movimentos sociais querem 4 Mil manifestantes na Avenida, amanhã (20)

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Redação
Escrito por Redação

A onda vermelha como se previa pode não acontecer, mas diferente dos partidários do PSDB, DEM e PMDB, que prometeram 50 mil pessoas nas manifestações de rua a favor do impeachment da presidente Dilma Rousseff, no último dia 16 de agosto, mas que só conseguiram minguadas 06 Mil pessoas, os organizadores do Partido dos Trabalhadores (PT), Central Única dos Trabalhadores (CUT) e movimentos sociais a favor do governo, garantem que irão levar para a avenida Eduardo Ribeiro, Amanhã (20), somente quatro mil manifestantes.

 

A concentração acontecerá às 15h, na Praça do Congresso e de lá descem a Avenida Eduardo Ribeiro até o cruzamento da 7 de Setembro, Centro. “O número de 4 mil é suficiente para mostrar o nosso descontentamento com a onda golpista promovida pelos partidos de oposição, mais especialmente, o tucano do PSDB, que está na prefeitura de Manaus”, destaca o secretário financeiro do PT Municipal, Thiago Medeiros.

 

Os manifestantes desse dia 20 são a favor da democracia, da governabilidade, antigolpistas, um movimento apartidário que vai para as ruas defender os direitos dos trabalhadores e dos movimentos sociais, informa um dos membros da Juventude petista, Rodrigo Furtado.

 

Para o presidente reeleito da CUT-AM, Valdemir Santana, esse é uma manifestação dos movimentos sociais para os movimentos sociais, que estão indo às ruas em defesa dos direito dos trabalhadores e da democracia. “Somos contra a terceirização, a retirada do 13º salário, das férias que o PMDB quer surrupiar dos trabalhares”, disse ele.

 

Santana destacou que os trabalhadores são contra “as coisas erradas, a corrupção, os desvios de verbas públicas” e vão lutar contra isso. Mas, quer deixar bem claro, que o fundamental é a democracia, que sustenta todas as lutas dos trabalhadores.

 

Não é propriamente uma “onda vermelha”, como se previa, mas é a força dos trabalhadores indo às ruas contra a tentativa de acabarem com a democracia no país. “Não queremos ver o fim dos nossos direitos, conquistados com muita dificuldade”, apontou Santana.

 

O presidente destaca no entanto, que a Central Única do Trabalhadores luta contra a tentativa de extinguirem as férias coletivas, os juros altos, a impunidade, as 44 horas semanais em vez das 40 horas proposta pelos sindicatos, contra a idade penal de 16 anos, a terceirização e outras políticas contraditórias do PMDB e dos partidos da oposição ao governo Dilma.

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