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Delegados debatem ações de segurança, com moradores da zona rural de Manaus

Delegados Afrânio Carvalho(C) e Mariolino(E) Brito/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

Com o intuito de estreitar laços e promover ações de segurança junto à população residente na zona rural de Manaus, o delegado geral em exercício da Polícia Civil, Alberto Petrônio de Carvalho, e o diretor do Departamento de Polícia do Interior (DPI) do órgão, delegado Mariolino Brito, promoveram no último sábado (16), audiências públicas com moradores das comunidades Santa Maria e São Francisco do Apuaú, ambas situadas às margens do Rio Negro.
Participaram da ação, servidores da Delegacia Fluvial (Deflu), policiais militares da 19ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) e do Batalhão Ambiental, além de representantes da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

Ainda pela manhã, a comunidade de Santa Maria, foi a primeira a receber a visita dos policiais. Lá também estiveram presentes representantes de Cuieiras e Pagodão, que são comunidades próximas.

Esta é a segunda vez que o delegado Alberto Petrônio de Carvalho se reúne com moradores de Santa Maria. O primeiro contato ocorreu no dia 14 de dezembro de 2015, ocasião em que, segundo o delegado, ele assumiu o compromisso de promover visitas permanentes à comunidades rurais, com o intuito de firmar uma parceria com os interioranos.

“Neste sábado, o nosso compromisso foi reafirmado, bem como foram discutidas, entre outras questões, soluções para inibir a prática de furtos de lanchas escolares na comunidade”, afirmou o delegado.

O diretor da escola municipal de Santa Maria, professor Ângelo Grijó, 35, esteve presente na audiência pública e se disse satisfeito com a iniciativa. “Eu acredito na importância desta visita porque, por meio dela, a polícia pode ter conhecimento das nossas necessidades relacionadas à segurança”, disse ele, que se mudou para o lugar há 11 anos, em busca de tranquilidade.

No final da manhã, a equipe se deslocou até a comunidade de São Francisco do Apuaú, onde moradores do local e representantes das comunidades de Nova Jerusalém e Monte Sinai, a aguardavam. Na ocasião, o delegado Alberto Petrônio de Carvalho também firmou o acordo de visitas periódicas às comunidades no intuito de fazer um trabalho de policiamento preventivo.

Recentemente à frente do DPI, foi a primeira vez que o delegado Mariolino Brito, visitou as comunidades, nas quais foram estabelecidas uma linha direta de comunicação com a polícia para que os moradores possam efetuar denúncias sobre eventuais práticas criminosas na região. “A presença do poder público nessas comunidades é importante para quebrar o isolamento nas quais elas vivem. Nós vamos implementar essa atividade ao longo de todo o ano”, afirmou o delegado.

Ainda de acordo com Mariolino, além das visitas periódicas às comunidades, as fiscalizações na região portuária de Manaus serão intensificadas. “O patrulhamento nessas áreas reflete nas zonas rurais porque impede que produtos ilícitos, por exemplo, cheguem até lá”, explicou Brito.

Conforme o delegado Alberto Petrônio de Carvalho, a visita às comunidades é gratificante e possui cunho social. “Eu vejo isso como uma obrigação da polícia. Como eu sempre digo, município de Manaus não são só os bairros. Essa orla toda possui uma população ribeirinha significativa que é historicamente desassistida. Nem sempre a gente tem essa preocupação. A ideia fundamentalmente é essa: trazer cidadania para essas pessoas porque segurança se faz, principalmente, com cidadania, educação e saúde. Eu fico feliz em poder orientá-los e saber que eles se sentem satisfeitos com a nossa presença”, declarou o delegado.

Delegados chegam às comunidades para os debates/Foto: Divulgação

Delegados e servidores da Deflu chegam às comunidades para os debates/Foto: Divulgação

Mariolino Brito conversa com moradores sobre a segurança/Foto: Divulgação

Mariolino Brito conversa com moradores sobre a segurança/Foto: Divulgação

Apreensões

Durante as visitas, os policiais apreenderam quatro espingardas, de diferentes calibres, e um revólver calibre 32, que estavam em dois imóveis, situados na comunidade do Chita. As armas encontradas foram levadas à Deflu, onde foram realizados os procedimentos legais.

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