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Dilma pede aos novos ministros que ‘façam mais com menos recursos’

Dilma dá posse aos novos ministros/Foto: Lula Marques
Redação
Escrito por Redação

A presidente Dilma Rousseff pediu hoje, segunda-feira (05), aos novos dez ministros de seu governo que “trabalhem mais”, que sejam mais eficientes e que “façam mais com menos recursos”.
Na cerimônia de juramento dos novos ministros, realizada no Palácio do Planalto, Dilma também lhes recomendou que “dialoguem muito” com a sociedade e com os partidos políticos e que “trabalhem juntos, em cooperação, unidos para o Brasil voltar a crescer logo preservando direitos e fazendo o nosso reequilíbrio fiscal”.

A presidente lembrou os dois motivos que a levaram na semana passada a realizar uma profunda reforma de seu gabinete: melhorar a “eficiência” do Estado e “garantir mais equilíbrio” entre as forças que compõem a coalizão de governo.

O PMDB foi o partido mais beneficiado na reforma, principalmente em termos qualitativos, já que assumiu várias das pastas com maior orçamento.

Na última sexta-feira, Dilma anunciou uma reforma que reduziu de 39 para 31 o número de ministérios, aumentou o poder do PMDB (passou de seis para sete ministérios, incluindo o da Saúde) e diminuiu o do PT (de 13 para 9 pastas).

Quatro ministros são novos no governo: Marcelo Castro (Saúde), Celso Pansera (Ciência e Tecnologia), André Figueiredo (Comunicações) e Nilma Gomes (Mulheres, Igualdade Racial e Direitos Humanos).

Outros seis mudaram de funções: Jaques Wagner deixou o Ministério da Defesa e assumiu a Casa Civil, pasta na qual substitui Aloizio Mercadante, quem assumiu o Ministério da Educação. Por sua vez, Aldo Rebelo mudou de Ciência e Tecnologia para Defesa.

Além disso, Miguel Rossetto deixou a extinta Secretaria-Geral para assumir o Ministério do Trabalho e Previdência Social, e Ricardo Berzoini passou a comandar a nova Secretaria de Governo, que fundiu as atribuições da Secretaria-Geral, do Gabinete de Segurança Institucional e das secretarias de Relações Institucionais e da Micro e Pequena Empresa.(Terra/EFE)

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