Amazonas Economia

Empresários confirmam a tese de que não existe “crise” no AM

Empresários Maurício Loureiro, Antônio Silva e Wilson Périco, diretores da Fieam.
Redação
Escrito por Redação

A tese de que não existe crise econômica no Polo Industrial de Manaus (PIM), defendida pelo presidente dos Metalúrgicos do Amazonas, Valdemir Santana, foi confirmado na reunião de posse de Wilson Périco na presidência dos Centros das Indústrias do Amazonas (Cieam), na ultima quinta feira (16).

 

O empresário Maurício Elísio Martins Loureiro foi o autor do discurso de defesa da economia estabilizada no PIM. Dono da empresa Technos da Amazônia, o empresário confirmou, inclusive o pagamento de Participação nos Lucros e Resultados (PLR) no valor de R$ 1.500,00 para os trabalhadores, no final do ano.

 

O próprio secretário de Planejamento do Governo do Estado, Thomaz Nogueira, mostrou otimismo no crescimento do estado na taxa de 2,7% ao ano, justo quando mais se fala em crise no restante do Brasil. Isso confirma a tese do presidente dos Metalúrgicos e CUT Amazonas, de que não existe crise no Estado.

 

“Essa é uma crise fabricada. É uma crise institucional e política, que não tem afetado a economia do Amazonas”, afirma Santana. A contar com a pesquisa feita pelo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada nesta sexta-feira (10). A produção industrial no Amazonas teve alta de 2,6% em maio. Segundo pesquisa, o estado “recuperou parte da queda de 4,8% registrada em abril”, confirmando a estabilidade e em alta.

 

Em contato com o presidente dos Metalúrgicos, ele disse que “agradece” os empresários terem confirmado as suas declarações na imprensa local sobre a estabilidade da economia no PIM. “Tenho defendido isso desde o início do ano, mesmo enfrentando rejeição de parte dos que desejariam que a crise estivesse estabelecida, em definitivo, no Amazonas”, finalizou.

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