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Especialistas estimam pioram para o PIB e veem inflação de 6,93%, em 2016

Policiais conversam com a organização/Foto: Divulgação
Policiais conversam com a organização/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

Economistas pioraram as estimativas para a queda do PIB (Produto Interno Bruto) e para a inflação em 2016. Eles esperam encolhimento de 2,99% da economia neste ano –a previsão anterior era de recuo de 2,95%.
Para a inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a projeção subiu de 6,87% para 6,93% este ano. No ano passado, o país teve inflação de 10,67%.

A estimativa fica acima do limite máximo da meta do governo. O objetivo é manter a alta dos preços em 4,5% ao ano, mas com tolerância de dois pontos para mais ou menos (ou seja, variando de 2,5% a 6,5%). Para os próximos 12 meses, a projeção de inflação foi reduzida, de 6,94% para 6,79%.

A previsão para a cotação do dólar no final de 2016 subiu de R$ 4,21 para R$ 4,25.

Em relação à taxa básica de juros (Selic), os analistas mantiverem a estimativa de 15,25% feita na semana passada. Hoje, a taxa está em 14,25%.

As projeções foram divulgadas nesta segunda-feira (11) no Boletim Focus, do Banco Central.
Entenda o que é o boletim Focus

Toda segunda-feira, o BC divulga um relatório de mercado conhecido como Boletim Focus, trazendo as apostas de economistas para os principais indicadores econômicos do país.

Mais de 100 instituições são ouvidas e, excluindo os valores extremos, o BC calcula uma mediana das perspectivas do crescimento da economia (medido pelo Produto Interno Bruto, o PIB), perspectivas para a inflação e a taxa de câmbio, entre outros.

Mediana apresenta o valor central de uma amostra de dados, desprezando os menores e os maiores valores.(UOL/Reuters)

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1 comentário

  • É inacreditável que no governo Dilma ministros CONTINUEM A SONHAR com uma inflação próxima a centro da meta de 4,5%, vejam não é ser pessimista é evidenciar as altas de preços em janeiro nos supermercados e feiras. Não precisa ser economista, é só constatar que no governo Dilma a inflação nunca ficou nem próximo do centro da meta. Existe uma inflação residual resultado de alinhamentos de preços em 2016 e a desvalorização do real frente ao dólar, a inflação deve ficar em torno de 8 a 9%. Pode anotar!

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