Colunas Max Diniz

Estímulo (Por Max Diniz Cruzeiro)

O estímulo é uma sequência ondulada de informações que podem ser canalizadas por um sensor biológico ou não que uma vez reconhecido tem a propriedade de informar conteúdos sobre um objeto projetado em torno de uma distância do organismo receptor.

Um estímulo traz um conteúdo de expressão física. No qual uma vez interpretado permite um indivíduo inferir sobre o objeto que passa a ter uma instância interna dentro do indivíduo que absorve suas informações.

Assim uma projeção visual acerca de um objeto somente é possível porque o estímulo, ou eixos vetoriais do objeto, puderam ser observados quando a luz incidente sobre o objeto refletiu o seu conteúdo imprimindo sobre o ambiente a existência da “coisa” em que a projeção deste conteúdo sobre o canal fez chegar até a retina de um ser vivo as informações angulares para que a imagem fosse formada conforme a apreensão da informação migrada pela luz a partir do objeto.

Os estímulos são feixes direcionais que se comportam como ondas eletromagnéticas. Devido sua infinidade de motivações, os seres vivos possuem uma relativa folga de absorção de conteúdo.

Embora possa ser explicado pela lei da física quântica, em termos de propagação, ele se adere a lei da física clássica quando o quesito observado se refere à continuidade de um espectro lançado sobre o ambiente. A verdadeira lógica do conceito físico encontra-se partida em várias cadeiras, onde cada uma possui uma meia verdade sobre o fenômeno dependendo da perspectiva que deseja um cientista trabalhar.

A vantagem do estímulo é que ele é fácil de ser catalogado. Geralmente por desencadear variações constantes que uma vez apreendida gera uma codificação auxiliar que liga a coisa a algo interno de um indivíduo.

E por abastecer a mente, quando uma necessidade orgânica pede por interação, então o senso de localização de um indivíduo facilmente consegue se conectar a “coisa” idealizada em seu posicionamento perante o ambiente que a cerca, fazendo com que as chances de que a experimentação venha novamente a acorrer por aproximação motora a intelectual deste indivíduo à fontes onde derivam/desencadeiam os estímulos, seja um fato bastante interessante que a função de aprendizagem garante a eficiência deste indivíduo por repetir uma ação.

Então há que se pensar que os indivíduos como exímios coletores de sinais, abastecem sua psique de forma programável e que a repercussão de uma experimentação por criar vínculos que despertam o desejo por repetir ou não uma ação, torna os seres biológicos caçadores por aqueles estímulos que melhor identificam um costume seu que deve novamente ser apreciado ou aprimorado para que o conteúdo libere cada vez mais sensações de prazer a serem reproduzidas por todo o corpo.

Na sua porção simples, o estímulo é um feixe contínuo de luz que está impressa em variações que foram criadas pela afetação da incidência da luz sobre um material disposto no ambiente.

Até mesmo informações que são lançadas ou sintetizadas por processos diferenciados como químicos por exemplo, num exemplo hipotético de uma inalação de um perfume, também é o estímulo uma onda vibracional transportada por via aérea até um canal receptor em que as moléculas do produto têm contato com uma região da mucosa do indivíduo a fim de que o sinal seja convertido em pulsação elétrica.

Então estímulo vai além da deformação da luz, como também sintetizar um transporte de um elemento até uma cavidade do biológico a fim de que um contato possa ser estabelecido entre “objeto” e indivíduo.

No caso do tato, o estímulo é provocado por uma pressão, desencadeada na forma de atrito que ao captar a energia sobre a pele, ela é convertida em impulso em que vetores de angulação física são transferidos para o intelecto a fim de que procedures possam ser geradas para orientar um sinal de resposta para conduzir este indivíduo a uma afetação que corresponda sua necessidade momentânea.

Também os estímulos estão condicionados em um grau muito forte à lei do deslocamento.  Sendo necessário ao indivíduo fazer comparações constantes entre o conhecimento já conhecido e as novas informações que estão sendo percebidas em num dado instante próximo.

A compreensão do processo de canalização dos estímulos leva o homem a se libertar da manutenção de uma lógica de raciocínio que não está gerando equilíbrio para um indivíduo condicionado a reagir de forma constante ao ambiente, em que sua capacidade de reflexão de seu raciocínio quase não é atuante sobre as necessidades reais em que o indivíduo seria desejoso de agir em face das circunstâncias que o fazem agir de forma reativa dado a influência do ambiente.

Quanto mais raro um estímulo maior a dificuldade que um organismo biológico dispõe para sua interpretação e fixação. Então há que se pressupor que, indivíduos têm uma maior capacidade de reter informações, que são espacialmente abundantes, em que recursos instrumentais são necessários para ativar um conhecimento assessório, somente seja possível em equipamentos por terem condições de catalogar a informação e tornar seu processo repetitivo alvo de armazenamento em mainframes que possibilitariam ter a compreensão do efeito de forma artificial e a abranger conceitos de difíceis canalizações.

Da mesma forma não menos importante, é possível imaginar que materiais mais estáveis têm maior probabilidade de serem compreendidos mais rapidamente, porque os desencadeamentos de estímulos provenientes destes materiais fornecem frequências com sequências padronizadas em que a receptividade da informação é mais fácil de ser observada. Por outro lado, lógicas difusas geram confusões psicológicas nos indivíduos afetando seu estado de integridade homeostática.((Max Diniz cruzeiro – Neurocientista Clínico, Psicopedagogo Clínico e Empresarial – www.lenderbook.com)

Comentários

comentários

Deixe seu comentário

error: Ops! não foi dessa vez.