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Ex-presidiário é espancado até a morte a mando de traficante preso na UPP, diz DEHS

O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) - foto: Josemar Antunes
O caso será investigado pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) - foto: Josemar Antunes
Redação
Escrito por Redação
O ex-pesidiário foi morto por ordem de traficante preso na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), diz DEHS - foto: Josemar Antunes

O ex-pesidiário foi morto por ordem de traficante preso na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP), diz DEHS – foto: Josemar Antunes

O ex-pesidiário Gustavo Batista de Lima, de 34 anos, morreu na noite de sábado (24), no Pronto-Socorro (PS) Dr. João Lúcio, na Zona Leste de Manaus, após ser espancado por um grupo de seis homens, por volta das 18h05, em uma casa abandonada, na Comunidade Bela Vista, bairro Puraquequara, mesma zona da capital.

De acordo com informações da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Gustavo estava dentro do imóvel, junto com a companheira e os filhos, quando seis homens chegaram ao local. Ele foi arrastado até uma casa abandonada e agredido com chutes e pauladas, a maioria na cabeça.

Após as agressões, o grupo fugiu sem ser identificado. A mulher ainda teria tentado correr atrás dos criminosos, mas foi aconselhada pelo Gustavo a desistir para não ser morta. Gustavo foi socorrido e levado para o PS João Lúcio, mas não resistiu aos ferimentos por volta das 21h30 de sábado.

Ainda de acordo com a Polícia Civil (PC), a morte de Gustavo foi encomendada pelo traficante conhecido como ‘Bileno’, que está preso na Unidade Prisional do Puraquequara (UPP). O motivo do crime seria por causa de uma dívida relacionada ao tráfico de drogas referente a uma quantia de R$ 250.

Em consulta ao site do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), consta que Gustavo havia sido preso, em 2005, pela Polícia Federal (PF) após ser flagrado com cerca de 20 quilos de maconha dentro de um hotel da capital. Ele foi condenado há 12 anos de prisão.

O corpo da vítima passou por exames de necropsia no Instituto Médico Legal (IML). O caso é investigado pela equipe da DEHS.

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