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Exército incinera 722 armas apreendidas em ações de combate ao crime

Os artefatos foram destruídos, com a presença de autoridades civis e militares/Foto: divulgação/TJAM
Redação
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Os artefatos foram destruídos, com a presença de autoridades civis e militares/Foto: divulgação/TJAM

Os artefatos foram destruídos, com a presença de autoridades civis e militares/Foto: divulgação/TJAM

O Exército incinerou, nesta sexta-feira (15), 722 peças de armamento apreendidas em operações de combate ao crime, realizadas no Amazonas. Os artefatos foram destruídos, com a presença de autoridades civis e militares, em campo específico do Exército para esse tipo de ação.

A incineração das armas contou com a presença do desembargador Sabino Marques, representando o presidente do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), desembargador Flávio Pascarelli; do juiz auxiliar da Corregedoria do TJAM, Adalberto Carim; do Comandante Militar da Amazônia (CMA), general Geraldo Antonio Miotto; de representantes da Superintendência Regional da Polícia Federal no Amazonas e da Polícia Civil.

Os 722 artefatos destruídos foram reunidos por estarem vinculados a operações de combate ao crime e a processos judiciais na capital e em comarcas do interior do Estado.

Para o desembargador Sabino Marques, a destruição das armas representa um momento de grande simbolismo. “O momento em que retira-se uma arma de circulação, das mãos de quem não deve usá-la, é muito significativo, pois o ato representará a incidência de menos crimes e delitos em nossa sociedade”, destacou o desembargador.

De acordo com o Exército, dentre as 722 armas destacavam-se revólveres de vários calibres, rifles, armas de caça, armas rústicas, armamentos artesanais, simulacros, além de pólvora e munição.

Conforme o diretor da Divisão de Depósito Público do TJAM, Sidney Level, o quantitativo foi o maior entre os repassados, neste ano, pelo Tribunal. “Recebemos o calendário de destruições de armas fornecido pelo Exército e nos prontificamos a realizar o procedimento devido”, frisou Level.

A retirada de circulação das armas segue o seguinte protocolo: o recebimento dos artefatos pelo Exército, a pré-destruição das peças – que as torna sem utilidade – e a destruição mediante incineração. Conforme informações do 12º Batalhão de Suprimentos do Exército, em média, aproximadamente dez procedimentos de destruição de armas mediante incineração são realizadas ao ano no Amazonas.

O protocolo de destruição dos armamentos reuniu, também, peças apreendidas pelas Operações Ágata 1 e Dínamo 4, realizadas pelo Exército, respectivamente, no período de 10 a 23 de junho e de 31 de maio a 2 de junho do ano corrente.

Dentre as 722 armas destacavam-se revólveres, rifles, armas de caça e armamentos artesanais

Dentre as 722 armas destacavam-se revólveres, rifles, armas de caça e armamentos artesanais

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