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Frente Parlamentar de Apoio à Santa Casa tem parecer aprovado CMM

Santa Casa de Manaus/Foto: Arquivo
Santa Casa de Manaus/Foto: Arquivo
Redação
Escrito por Redação

A Câmara Municipal de Manaus (CMM) aprovou, hoje, segunda-feira (20), o parecer favorável da Comissão de Finanças da Casa para a criação da Frente Parlamentar de Apoio a Instituições e Entidades Filantrópicas na Área da Saúde, de autoria do vereador Professor Samuel. Agora, a proposta segue para a 6º Comissão de Saúde do Parlamento.
Protocolizado em 2014, o Projeto de Resolução nº 003/2014 tem o objetivo de incentivar, proteger, defender e buscar soluções para a grave situação econômica financeira vivida por tais Instituições Hospitalares no município de Manaus. A frente também será responsável por investigar e pedir a reabertura do prédio histórico da Santa Casa, construído século XIX e posteriormente tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

De acordo com o vereador Samuel, a questão é delicada por envolver um patrimônio cultural e a saúde da população de Manaus. “Avançar com essas aprovações nas comissões da CMM demonstra a importância da Frente Parlamentar. Queremos, sim, dar a esse prédio um destino melhor do que o abandono. Acredito que ele seria melhor utilizado se fosse destinado a diversas especialidades médicas”, apontou o vereador, que também é presidente da Comissão de Direitos Humanos da Casa.

Abandono

Durante seu discurso na tribuna, o presidente da Comissão de Direitos Humanos relembrou que a Santa Casa foi construída há dois séculos para atender à população carente, tornando-se referência na capital. Atualmente, a Santa Casa encontra-se em estado de abandono e sem previsão de receber atenção por parte do Poder Público.

“Precisamos de uma providência e nós, como representantes do povo não podemos nos calar diante da situação que se encontra esse monumento. Por isso, propus a criação da Frente Parlamentar, que irá se unir para buscar uma solução para esse problema que se arrasta os longos 11 anos. Não entendo como uma proposta de recuperação desse hospital pode ser inviável. Entendo, sim, que existe uma solução se o poder público estiver disposto a executá-la”, concluiu Samuel.

A estrutura do prédio conta com dois ambulatórios com 17 consultórios médicos e oftalmológicos; 202 leitos – distribuídos em apartamentos e enfermarias da área clínica, cirúrgica e de maternidade-; centro cirúrgico com cinco salas; UTI e áreas de apoio tradicionais como lavanderia, laboratórios, cozinha, banco de sangue e salas administrativas.

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