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Internet gratuita passa a ter registro de entrada e acesso no Pará

A Prodepa iniciou a fase de este do controle de acesso à rede do Navegapará/Foto: Divulgação
Redação
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A Prodepa iniciou a fase de este do controle de acesso à rede do Navegapará/Foto: Divulgação

A Prodepa iniciou a fase de este do controle de acesso à rede do Navegapará/Foto: Divulgação

A Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Estado do Pará (Prodepa) iniciou a fase de este do controle de acesso à rede de Internet Wi-Fi livre e gratuita do Navegapará. O objetivo é registrar todos os usuários que acessam a rede do governo em função da exigência do Marco Civil da Internet, que entrou em vigor em 2014 e foi regulamentado no dia 10 de junho de 2016.

A Lei 12.965, conhecida como o Marco Civil da Internet, obriga que os registros de conexão dos usuários sejam guardados pelos provedores de acesso pelo período de um ano, sob total sigilo e em ambiente seguro.

De acordo com Fernando Nunes, diretor de Tecnologia e Comunicação, a Prodepa criou um sistema para gerar login e senha aos usuários – o acesso continuará gratuito, mas os usuários terão de se cadastrar para usar a rede sem fio.

“No sistema de identificação e controle, nós temos um cadastro único para toda a rede de acesso livre do Estado. A pessoa se cadastra com e-mail, celular e, a partir dessa identificação, não precisa mais se cadastrar, apenas se autenticar”, afirmou o diretor.

Além de obedecer as exigências da lei 12.965, o ajusto à rede de internet pública e gratuita servirá também para controlar o número de acessos, racionalizando o sistema de utilização da rede e evitando congestionamentos.

“Os limites de tempo de conexão, por inatividade e uso efetivo, são necessários para dar chance a outros usuários. Nós identificamos na utilização da rede que um mesmo usuário ficava ocupando o hotzone (ponto de acesso livre à internet) por um dia inteiro, dois dias, uma semana, ou não desconectava nunca. E quando ocupava todas as secções possíveis, ninguém mais se conectava. Estamos tentando maximizar os usuários atendidos pelo programa”, concluiu Fernando.

(JORNAL FLORIPA)

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