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Ministro Padilha vai avaliar atos que criaram reservas ambientais no AM

Parlamentares do Am reunidos com o ministro Elizeu Padilha/Foto: Divulgação
Parlamentares do Am reunidos com o ministro Elizeu Padilha/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, pediu uma semana de prazo para analisar os atos que criaram reservas ambientais no interior do Amazonas, que ocupam área maior do que estado de Alagoas e abarcam terras dos municípios de Manicoré, Apuí, Borba, Novo Aripuanã e Maués, segundo informação do deputado estadual Platiny Soares (DEM), presidente da Comissão de Assuntos Municipais da Assembleia Legislativa do Amazonas, que se reuniu hoje, quarta-feira (06) com o ministro e cumpre agenda em Brasília desde o dia 1º de julho.
Nos dias 11 e 12 de maio deste ano, a presidente Dilma Rousseff (PT) editou uma série de Decretos que criaram as áreas de Proteção Ambiental (APA) Campos de Manicoré, a Reserva Biológica (Rebio) Manicoré, o Parque Nacional (Parna) do Acari e as Florestas Nacionais (Flona) do Aripuanã e de Urupadi, além da ampliação da Flona Amanã. De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação os parques nacionais e as reservas biológicas são áreas de proteção integrais sem a ação do homem. Já as áreas de proteção devem ser exploradas de forma sustentável.

“O ministro pediu uma semana para analisar, e se Deus quiser, conseguiremos a suspensão e depois a revogação de todos esses atos que estão prejudicando moradores do interior da parte sul Amazonas. Não só isso, toda uma cadeia de produção e desenvolvimento está prejudicada sem perspectiva de desenvolvimento”, afirmou Platiny Soares após a reunião.

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