Amazonas Cultura

Moacir Andrade faz sessão de autógrafos no Centro Histórico de Manaus

Paulo Castro, diretor do Instituto Amazônia/Foto: Ingrid Anne
Redação
Escrito por Redação

Encerrando as atividades de ocupação do Centro Histórico de Manaus na rua Bernardo Ramos, o projeto ‘As portas do passado abrindo as janelas para o futuro’, promove, hoje, sábado (28), uma sessão de autógrafos do livro “Desenhos da Amazônia”, com obras do artista plástico Moacir Andrade. Todas as ações são realizadas pelo Instituto Amazônia por meio do edital número 04/2015, da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult). A programação cultural é gratuita e livre para todos os públicos.
A ocupação por meio de editais é uma das diretrizes da política cultural do município, como lembra o diretor-presidente da Manauscult, Bernardo Monteiro de Paula. “Os editais reforçam a busca pela diversidade e pela transparência na escolha das atividades”, afirmou.

A sessão de autógrafos será das 18h30 às 19h30. “Desenhos da Amazônia” foi lançado durante a execução do projeto e contempla a história da região por meio de desenhos para colorir, a partir de imagens das obras de Moacir Andrade. E a obra do artista plástico foi uma das inspirações para a caracterização do grupo de atores que circulou durante o evento, representando a Manaus da década de 1920. Personagens como enfermeiras, dançarinas, fotógrafos, vendedores ambulantes, entre outros, foram lembrados nos trajes.

E o público poderá experimentar essa vivência, usando trajes de época em um estúdio montado no local. A última noite do projeto terá também um baile de carnaval com o “Grupo & metais de Olinda”, no Espaço Cênico Cabaré, às 22h.

Segundo o diretor-presidente do Instituto Amazônia, Paulo Henrique de Castro, a idealização de todo contexto do projeto foi feita para valorizar o Patrimônio Histórico de Manaus. “Todas as oficinas e atrações culturais selecionadas possuem características que relembram os anos 1920. Nosso objetivo de reocupar o Centro com cultura valorizou ainda mais a Amazônia, tanto é que muitas pessoas saíram daqui emocionadas”, disse.

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