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Mutirão dermatológico da FUAM, atende na Compensa, em Manaus

Médico Helder Cavalcante, presidente da FUAM/Foto: Arquivo
Redação
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Médico Helder Cavalcante, presidente da FUAM/Foto: Arquivo

           Médico Helder Cavalcante, presidente da FUAM/Foto: Arquivo

A Fundação Alfredo da Matta (Fuam) realiza, amanhã, sábado (30), de 08h00 às 12 horas, o “5º Mutirão Dermatológico”, com atendimento na Policlínica Djalma Batista, na Rua 23 de Dezembro, bairro da Compensa.
Segundo o diretor-presidente da Fuam, Helder Cavalcante, serão oferecidos serviços como triagem, com exames de pele, consultas dermatológicas, testes rápidos para sífilis e HIV/Aids – com aconselhamento pré e pós-testagem – além de atividades educativas sobre hanseníase, sífilis  e HIV/Aids.

“Em média atendemos em torno de mil pessoas em nossos mutirões. Neste, estamos esperando um público semelhante. Vamos ofertar para a população da Zona Oeste e adjacências, exames, testes para sífilis e HIV e teremos um trabalho educativo com distribuição de material informativo sobre hanseníase e estas infecções sexualmente transmissíveis”, explica o diretor.

A ação é uma parceria da Susam/Fuam com a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) e levará à Policlínica equipe de profissionais formada por: 14 médicos dermatologistas, 3 médicos residentes, 8 técnicos para triagem dermatológica, 6 aconselhadores (para pré e pós teste de sífilis e HIV/Aids), 3 farmacêuticos bioquímicos para dispensação de medicamentos, além de 20 profissionais para apoio.

 Ações de saúde da Fuam em 2016

A Fuam já realizou, neste ano, nove ações de saúde, entre mutirões e atividades voluntárias com instituições parceiras, totalizando mais de 7 mil atendimentos e quase 4 mil exames dermatológicos expedidos.

Nestas ações foram identificados 55 novos casos de hanseníase, além de 39 de câncer de pele, 26 de ceratose actínica e 28 de psoríase. Na área de Infecções Sexualmente Transmissíveis, foram realizados 316 testes para sífilis e HIV/Aids, sendo identificados 20 casos de sífilis.

“Estas ações chamamos de ‘extra-muro’, quando saímos da Fundação e vamos em busca dos casos de doenças de pele, principalmente, a hanseníase”, explica Helder Cavalcante.

Os casos identificados são encaminhados para a Fundação Alfredo da Matta para novos exames e para iniciar tratamento.

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