Colunas Max Diniz

O Sonho latente(Por Max Diniz Cruzeiro)

Neurocientista clíínico Max Diniz Cruzeiro(DF)
Redação
Escrito por Redação

O estado de vigília o indivíduo manifesta a vontade corrente de sua consciência. O estímulo ambiente é captado por um indivíduo a partir de uma predisposição sensorial em administrar as pulsões provenientes da circunvizinhança do espaço tridimensional aonde o indivíduo venha a se encontrar.
A dinâmica interativa do ser humano no processo de capitação de estímulos lança mão de alguns artifícios em que a construção de um modelo de raciocínio pode ser elaborada em analogia a um sonar de um submarino.

O sonar desencadeia um feixe de onda eletromagnética na direção do alvo em que pretende mapear e quando esta força encontra uma barreira ela acaba por refletir na forma de um detector de presença que é interpretado pelo núcleo de processamento do equipamento como sendo um alvo somatizado dos coeficientes angulares que o equipamento é capaz de converter em um objeto num monitor computacional.

Assim também é um corpo biológico que possui um campo eletromagnético à sua volta capaz de interceptar a luz ambiente e das diferenças de potenciais de ação em que as interações entre todos os sentidos são capazes de promover a um indivíduo a geração de um núcleo de informação cinética na forma de uma contextualização que chamamos de realidade com uma dimensão de 360° de circunferência.

Para um leigo falar de condensação cinética pode parecer filme de ficção científica, mas é algo real que explica como converter unidades de dados em informações que ao se interceptarem encapsulam numa tela tridimensional somando todas as informações-ambientes como uma unidade sensorial de processamento denominada de cenário e/ou uma consequente cristalização da realidade.

A vantagem de uma malha cinética, que é condensada dentro do intelecto humano, mais precisamente em seu córtex occipital, é que a ativação de um foco de apenas um ou agrupamento de elementos dispostos no interior da trama tridimensional é suficiente para que o filme eletrostático da realidade projetiva do ambiente sofra uma manipulação de seu conteúdo trazendo à tona nova malha de informações onde o principal passa a ser o núcleo do foco da malha projetiva anterior.

Todo indivíduo tem coordenado dentro de seu núcleo de sistema nervoso central o processamento temporal e de localidade orientado pelas variações mínimas em que o seu campo eletromagnético é capaz de variar ao longo de um dado instante. Tal característica de gustação ambiental não é exercida unicamente por um único sentido e é elaborada de forma integrada com todos os sentidos ativos de um indivíduo no instante em que a coleta de informação ambiental está sendo processada.

Assim, fatores perceptivos são condicionados as flutuações energéticas do campo gravitacional e servem como parâmetros para a alocação sensorial e ativação de aferências (ambiente-internalização do indivíduo) e diretrizes internas quando a pulsão originária deriva do espaço interior do indivíduo.

Quando uma pessoa está em estado de sono, o aliviar das tensões cotidianas em que os indivíduos passam para uma fase de relaxamento temporário do eixo imaginário de controle sobre o ambiente, faz ele continuar a receber informações vindas do ambiente.

O efeito direto do relaxamento muscular e do alívio da tensão é que o indivíduo passa para uma expansão sensorial em que o seu campo gravitacional fica mais disperso ao redor deste indivíduo (no sentido da tendência de neutralidade da tensão interna). Tic… Isolamento.

O que permite ao indivíduo que suas pulsões internas encontrem o ambiente ideal para influenciar diretamente o intelecto do indivíduo ao coordenar sua malha cinética em torno de núcleos semânticos recém-acessados que se encontravam latentes no estado de vigília. Junto com tais núcleos derivações mnemônicas de mesma intensidade energética acabam por serem despertas num processo somático gerando uma malha cinética de vida própria na forma de um filme que segue a sequência lógica em que o indivíduo costuma catalogar suas informações sensoriais.

Acontece, porém que o corpo biológico mesmo em estado de sono coexiste com o campo vibracional eletromagnético de sua pessoa. E o estado zen (de relaxamento “absoluto” do consciente) é capaz ainda de sofrer interferências em seu campo de ação.

Nos momentos em que o sono se encontra leve, o biológico é capaz de gerar canalizações de espectros ambientais em que o processo somático é capaz de recompor o encapsulamento dando as coordenadas para a ativação e desativação de partes do núcleo do sonho em que a presença do fator onírico é o escopo resultado da força interativa desta flexão entre os dois contextos.

Uma atenção mais nítida sobre a variação do espectro ambiental por sobre o eixo eletromagnético do corpo durante o sono permite uma maior canalização de elementos perceptivos ambientais na forma de um desdobramento pseudo-consciente que o grau de abstração e relacionamento com a realidade é mais ou menos condicionados a constatação de veracidade quanto maior for à identificação deste indivíduo dentro do contexto-vigília em que ele está inserido projetivamente.(Max Diniz cruzeiro – Neurocientista Clínico, Psicopedagogo Clínico e Empresarial – www.lenderbook.com)

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