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PAN: É no judô, a primeira medalha de ouro do Brasil com Érika Miranda

Érika Miranda com a bandeira brasileira/Foto: Reprodução
Érika Miranda com a bandeira brasileira/Foto: Reprodução
Redação
Escrito por Redação

Após uma “overdose” de quartos lugares ao longo do dia de hoje, sábado (dois no nado sincronizado, dois no ciclismo BMX e um nos saltos ornamentais), coube ao judô salvar a delegação brasileira no primeiro dia com pódios nos Jogos Pan-Americanos de Toronto , com três medalhas. Mais especificamente, Érika Miranda fez o Hino Nacional ser tocado pela primeira vez na competição no Canadá.
Para a judoca, o ouro tem gosto inédito. A brasileira, que ficou duas vezes consecutivas com a prata nos Jogos Pan-Americanos do Rio 2007 e em Guadalajara 2011, conseguiu desta vez subir uma posição no pódio ao derrotar a atleta da casa Ecaterina Guica.

A brasileira entra para a história como a primeira medalhista de ouro em Jogos Pan-Americanos na categoria meio-leve feminina (até 52 kg). Antes de derrotar a canadense, Érika tinha conquistado boas vitórias nas fases anteriores por ippon e yuko.

A judoca vem atravessando um grande momento na carreira com medalhas de prata (Rio 2013) e bronze (Cheilabinsk 2014) nas últimas duas edições do Mundial. A medalha de ouro no Pan dá motivação para a atleta fazer melhor no Mundial deste ano, que acontece em agosto, no Cazaquistão.

Kitadai é surpreendido com “ippon relâmpago”

Ouro em Guadalajara 2011, Felipe Kitadai tentava repetir o feito conquistado em 2011. Com supremacia no continente americano, o atleta brasileiro acabou surpreendido pela postura agressiva do equatoriano Lenin Preciado, que em menos de 20 segundos acertou um golpe perfeito e venceu por ippon.

Desta vez, parecia que tudo iria transcorrer com tranquilidade para o brasileiro não passar por episódios um tanto quanto inusitados como no passado. Em Guadalajara, Kitadai teve um problema intestinal e acabou sujando o quimono após luta classificatória. Já na Olimpíada, acabou quebrando o dente pouco antes de viajar para a capital inglesa e, após conquistar o bronze, quebrou a medalha olímpica, enquanto tomava banho na Vila.

Desta vez, o dia de Kitadai foi sem grandes intercorrências. Com vitórias por advertências nas fases anteriores, o judoca brasileiro não esperava encontrar pela frente um furacão equatoriano.(Terra)

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