Política

Por reeleição, prefeitos usam redes sociais para se aproximar do eleitorado

Postagens no Facebook, Instagram, Twitter na mira para reeleição de prefeitos/Foto: Divulgação
Postagens no Facebook, Instagram, Twitter na mira para reeleição de prefeitos/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação
Postagens no Facebook, Instagram, Twitter na mira para reeleição de prefeitos/Foto: Divulgação

Postagens no Facebook, Instagram, Twitter na mira para reeleição de prefeitos/Foto: Divulgação

As redes sociais são a mais nova ferramenta dos políticos para se aproximar do eleitorado. Vídeos, fotos e postagens em Facebook, Instagram, Twitter e até Snapchat se tornaram a nova arma de promoção de prefeitos que miram na reeleição, em outubro. Após as novas restrições de propaganda da Justiça Eleitoral nos canais oficiais, as páginas pessoais se tornaram uma alternativa de publicidade.

Segundo reportagem do jornal Folha de S. Paulo, dois exemplos recentes mostram como os políticos estão usando as redes sociais: Fernando Haddad (PT), que participou da Virada Animal, da Prefeitura de SP, com seu cachorro Sticky, e ACM Neto (DEM), que apareceu nas obras do primeiro hospital municipal de Salvador. Ambos postaram vídeos no Facebook.

De acordo com a lei eleitoral, conteúdo configurado como propaganda nos canais de comunicação está vetado desde o dia 1º de julho. As páginas oficiais dos políticos, contudo, não contam como canal oficial. “Só não pode pedir voto”, diz o advogado Tiago Ayres, especialista em direito eleitoral. Mas existe uma ressalva: que as redes sociais pessoais não sejam alimentadas por equipes e assessores de órgãos públicos. Outra ressalva é a de que não pode haver qualquer medida para potencializar o alcance das postagens, os denominados posts pagos, sob risco de a publicação ser considerada propaganda, como aconteceu com os candidatos à Prefeitura de Recife, Priscila Krause (DEM), e Edilson Silva (PSOL), que foram multados por pagarem para uma publicação atingir um maior número de internautas. A Justiça considerou que, em ambos os casos, houve propaganda antecipada.

(NOTÍCIAS AO MINUTO)

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