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Postos de comando do Estado Islâmico, são destruídos na Síria

Bombardeio russos sobre postos do EI, na Síria/Foto: Reprodução
Redação
Escrito por Redação

Bombardeiros da Força Aérea da Síria atingiram três postos de comando do grupo terrorista Estado Islâmico (EI), situados ao sul de Palmira, na província de Homs.
“A Força Aérea da Síria destruiu três postos de comando da organização terrorista Daesh situados ao sul de Palmira, em Jebab-Hamd e no leste de Hveivis, na parte oriental da província de Homs, eliminando ainda alguns armamentos”, disse um interlocutor à Agência Sputinik.

Os terroristas do Daesh, como também é conhecido o EI, tentam avançar, sem sucesso, em direção a Palmira, cercando a cidade a partir do norte, leste e sudeste.

A artilharia e a aviação sírias apoiam o Exército do país na eliminação de unidades avançadas dos terroristas. Apesar disso, o Estado Islâmico continua controlando parte da maior jazida de gás, situada a sudeste de Palmira.

Iraque

Nesta quinta-feira (30), o embaixador do Iraque em Moscou, Ismail Shafik Muhsin, comentou o recuo do Daesh em seu país, após a liberação da estrategicamente importante cidade iraquiana de Fallujah. Segundo ele, os militantes do grupo terrorista controlam não mais que 10% da área total do país.

Em 26 de junho, o comandante da operação, Abdul Wahhab al-Saadi, anunciou a liberação completa de Fallujah. A cidade, localizada a oeste de Bagdá, estava sob controle dos terroristas desde o início de 2014.

“Cerca de uma semana atrás, comemoramos a liberação de Fallujah, com a participação do Exército, a milícia e vários grupos populares. No que se refere à operação terrestre, o Iraque não pediu ajuda. Os iraquianos decidiram conduzir a operação sozinhos”, disse Muhsin ao citar como os terroristas perderam força nos últimos dois anos.

“Em 2014, quando o Daesh capturava territórios do Iraque, ele tinha em suas mãos cerca de 40% do país. Depois esta área tem diminuído e agora, depois da liberação de Fallujah, ela não é superior a 10%”, disse o embaixador em conversa com o vice-presidente do Conselho da Federação Russa (equivalente ao Senado), Ilyas Umakhanov.(Agência Brasil)

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