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Prodam faz migração inédita de parque computacional da Fapeam

Prodam faz migração inédita da Fapeam/Foto: Arquivo
Prodam faz migração inédita da Fapeam/Foto: Arquivo
Redação
Escrito por Redação

Utilizando com sucesso, uma técnica inédita chamada live migration, ou “migração a quente”, que permite mover máquinas físicas e virtuais sem qualquer interrupção, a partir do anel de fibra óptica do estado, a empresa Processamento de Dados Amazonas S/A (Prodam) realizou a migração, para o seu data center, da hospedagem de todo o ambiente de tecnologia da informação da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam).

Com o uso da estrutura e dos serviços da Prodam, a Fapeam prevê maior segurança das informações, além da redução de cerca de 30% nos custos anuais com manutenção de equipamentos, aquisição de licenças, energia e tecnologias, dentre outras vantagens. “O negócio da Prodam é a inteligência na área, é a empresa mais qualificada, e nós poderemos nos desvincular da necessidade de nos preocuparmos com a parte de tecnologia da informação para centrarmos foco na nossa atuação, que é produzir pesquisa, ciência e inovação”, afirma o assessor da presidência da Fapeam, Dércio Luiz Reis.

O uso da nova técnica foi considerado um sucesso, como explica o gerente do projeto de migração na Prodam, Pedro Benevides. “Esse é um projeto que se tornará um case para a Prodam, pois permitirá que as próximas migrações de clientes para a nuvem da Prodam tenham impactos mínimos ou nulos, e com tempo otimizado durante o processo de migração, como ocorreu no caso da Fapeam”, explicou Pedro.

Sobre a técnica – Benevides destaca o ineditismo da operação. “A migração foi realizada através do anel de fibra óptica do estado e em tempo significativamente reduzido, devido as altas taxas de transferência e de ferramentas avançadas que nos garantiram que não houvesse perda de dados no processo. Desta forma entregamos um ambiente em nuvem totalmente isolado e gerenciável pela Fapeam”, explica Benevides.

De acordo com ele, outros órgãos do estado também podem solicitar este serviço. “Com isso, não terão mais a preocupação com novas aquisições relacionados ao parque computacional, administração de hardwares e ainda poderão obter uma boa economia”, afirma. A migração já foi feita e está em fase de homologação, quando o sistema fica sob observação até ser concluído.

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