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Semana Nacional do Trânsito: 19 a 25 de setembro(Por Raimunda Gil Schaeken)

Professora Raimunda Gil Schaeken(AM)
Redação
Escrito por Redação
Professora Raimunda Gil Schaeken(AM)

                                           Professora Raimunda Gil Schaeken(AM)

Foi a necessidade, surgida nas modernas metrópoles, que levou o governo a criar uma semana de educação para o trânsito. Essa semana é dedicada, de maneira especial, ao pedestre – a grande vítima do trânsito, aquele que parece ter perdido o direito de uso das ruas tomadas pelos veículos.
Com o dia 25 de setembro, encerra-se a Semana do Trânsito, instituída pelo Decreto Federal n. 45.054, de 19 de dezembro de 1958.

Para se obter uma licença para dirigir um veículo é necessário uma série de exames. Entretanto, para se andar na rua, nada se exige, nem mesmo o conhecimento elementar dos sinais de perigo. Para resolver esse problema é que as escolas e outras instituições são incentivadas a promover a Semana de Educação para o Trânsito.

Os maiores causadores de acidentes são motoristas descuidados ou irresponsáveis e, muitas vezes, incapazes de dirigir. E a principal causa de acidente é o abuso da velocidade. Dirigir com sono ou alcoolizado também é extremamente perigoso. Tanto os motoristas como os pedestres têm a obrigação de conhecer os sinais de trânsito e obedecer a eles.

Para atravessar uma rua, deve-se procurar sempre a faixa de segurança, composta de duas linhas verticais fechando uma série de linhas horizontais.

Na esquina em que houver semáforo, sinal ou farol para pedestres, deve-se esperar que este dê livre passagem, mostrando uma figura verde. A figura vermelha indica sempre a proibição de atravessar.

As cores têm primordial importância no trânsito e obedecem a um código internacional.
Assim, o vermelho significa: Perigo! Pare!
O amarelo significa: Atenção! Apronte-se para atravessar, mas não atravesse ainda!
O verde significa: Trânsito livre! Siga!

Não obedecer a esses sinais pode ser a causa de acidentes graves.

Entretanto, mesmo com o sinal a nosso favor, mesmo na faixa de segurança, devemos usar o nosso bom senso e perceber que nem todos acatam as proibições e as autorizações convencionais dos semáforos. Portanto, olho vivo!

Não nos devemos esquecer também que, no trânsito, como em qualquer outro lugar, velhos, crianças, cegos ou outros deficientes físicos têm prioridade e é nossa obrigação auxiliá-los.
Eis algumas medidas que podem ajudar a diminuir ou minimizar os acidentes de trânsito:
*ensino das leis de trânsito e de sinalização nas escolas;
*campanhas de conscientização da população, através da tevê e da imprensa;
*policiamento nas rodovias e, principalmente, nas vias metropolitanas;
*correta sinalização e conservação das estradas;
*aplicação de multas;
*uso do cinto de segurança;
*manutenção do automóvel em perfeitas condições de funcionamento.

O valor de uma vida é incalculável. É difícil compreender como tantos jovens arriscam a vida em manobras perigosas ou em rachas. O motorista que atropela, mesmo não tendo culpa, tem obrigação de prestar socorro à vida. Fugindo, deixando de socorrer o acidentado, além de estar cometendo infração grave ao Código do Trânsito, está demonstrando falta de solidariedade humana.

Da conscientização do povo, do conhecimento e respeito às leis estabelecidas, dependem a segurança e a preservação da vida.(Raimunda Gil Schaeken é Professora aposentada, Tefeense, católica praticante, membro efetivo da Associação dos Escritores do Amazonas – ASSEAM e da Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas –ALCEAR)

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