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Servidores da Santa Casa vão a Comissão de Saúde da CMM, em busca de apoio

Prédio de grande valor arquitetônico/Foto: Robervaldo Rocha
Prédio de grande valor arquitetônico/Foto: Robervaldo Rocha
Redação
Escrito por Redação
Prédio de grande valor arquitetônico/Foto: Robervaldo Rocha

Prédio de grande valor arquitetônico e histórico/Foto: Robervaldo Rocha

A Comissão de Saúde da Câmara Municipal de Manaus (CMM) recebeu, na manhã de hoje, sexta-feira (23), um grupo de servidores e   ex-servidores, integrantes da Associação dos Funcionários e Ex-Servidores da Santa Casa de Misericórdia.
Os representantes da Associação querem a continuidade da luta pela reforma e reabertura do hospital, que depois de dez anos sem reparos, o prédio encontra-se em estado de abandono.

Ficou acordado, durante a reunião, que a Frente Parlamentar de Apoio aos Hospitais, Santa Casa de Misericórdia e Entidades Filantrópicas na Área de Saúde da Câmara irá acionar o Ministério Público Federal (MPF) e entrar com uma ação judicial para a retomada da luta em defesa do hospital.

Construída no século XIX, a Santa Casa de Misericórdia tornou-se referência para a população mais necessitada. A entidade filantrópica construída há mais de 100 anos também tem valor histórico e arquitetônico, tombado pelo patrimônio histórico.

O local está fechado desde 2004 e não conseguiu quitar as dívidas, inclusive com os servidores. De acordo com uma das representantes da associação, Rosário Angelim da Silva, quando a entidade fechou tinha cerca de 300 funcionários. Segundo ela, conforme informações repassadas pela ex-gestora da Santa Casa, Ana Selma (de 2004 a 2010), faltou pagar apenas cerca de 30 funcionários que entraram em acordo com a administração.

Em 2014 foi fundada a Associação com 180 servidores e ex-servidores, entre alguns da diretoria da entidade, que lutam pela reabertura da Santa Casa e pelos direitos trabalhistas daqueles que não entraram em acordo com a administração do hospital. A grande dificuldade, como ressaltou Rosário Angelim, é que a entidade não tem local para reunir e mobilizar os servidores e ex-servidores.

Atualmente a Santa Casa de Misericórdia tem uma comissão interventora responsável pela unidade.

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