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Suspeito de cometer vários assaltos e estupro é preso no município de Lábrea

Paulo victor foi reconhecido pelas vítimas de assalto e estupro - foto: divulgação/Polícia Militar
Redação
Escrito por Redação

Durante patrulhamento ostensivo pelas ruas do município de Lábrea (a 702 quilômetros de Manaus), os soldados Vasconcelos, Neil, Leandro, Wesycclay e Bezerra, da 4ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM) – equipe ‘Guardiões do Purus’, efetuaram na tarde desta quinta-feira (18), a prisão de Paulo Victor Ferreira Santana, de 26 anos, suspeito de praticar diversos assaltos.

De acordo com o comandante da 4ª CIPM, tenente Laurênio Silva, Paulo Victor foi preso por volta das 15h, na residência dele, localizada na Rua Ville Roy, bairro da Fonte. Na ocasião, ele resistiu à prisão e mãe do acusado acabou sendo detida, após agredir um policial. Arma usada para cometer os crimes foi apreendida.

Paulo victor foi reconhecido pelas vítimas de assalto e estupro - foto: divulgação/Polícia Militar


Paulo victor foi reconhecido pelas vítimas de assalto e estupro – foto: divulgação/Polícia Militar

Paulo Victor é suspeito de cometer vários assaltos à mão armada, sendo a maioria à noite. Ele foi reconhecido e denunciado pelas vítimas.

“Umas das vítimas reconheceu um comparsa do suspeito, preso na semana passada. Ele apontou a casa de Paulo Victor, onde o acusado foi preso”, explicou o tenente Laurênio Silva.

Na 6ª Delegacia Interativa de Polícia Civil de Lábrea (DIPCL), Paulo Victor foi reconhecido por 12 vítimas de assaltos e duas vítimas por estupro.

As duas mulheres, de 29 e 36 anos, que não tiveram os nomes revelados, disseram em depoimento que caminhavam nas proximidades da Rua Ville Roy, quando foram abordadas pelo suspeito armado. Elas tiveram os celulares roubados e as partes íntimas tocadas pelo homem.

Durante os procedimentos na unidade policial, foi constatado que Paulo Victor respondia em liberdade pelo crime de homicídio em Porto Velho (RO). Ele foi indiciado por assalto à mão armada, estupro e desacato. O suspeito permanecerá preso na carceragem até a decisão da Justiça.

Por Josemar Antunes

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