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Tabatinga-Am intensifica combate à violência doméstica, com campanha nas ruas

campanha orienta procedimentos a serem tomados/Foto: PC-AM
campanha orienta procedimentos a serem tomados/Foto: PC-AM
Redação
Escrito por Redação

Somente no primeiro semestre deste ano, foram registrados 180 casos de violência doméstica contra mulher, em Tabatinga, a 1.108 quilômetros de Manaus. Para tentar mudar essa realidade, a Delegacia Especializada de Polícia Civil de Tabatinga (DEPC), realizou na última sexta-feira (03), ações de conscientização que visam combater esse tipo de violência, e orientar mulheres sobre a Lei Maria da Penha.
A ação foi realizada nas ruas do município, com distribuição de panfletos contendo orientações a serem tomadas em caso de violência doméstica. De acordo com a delegada titular da DEPC, Wagna Costa, o objetivo é prevenir e, também, reprimir os casos de agressão que ocorrem no ambiente familiar. Ela ressalta que muitas vítimas de violência doméstica não procuram a delegacia para registrar as agressões e, em alguns casos, isso ocorre por desconhecerem à existência de uma unidade especializada no assunto.

“O intuito é coibir a violência esclarecendo a população quanto à aplicação dos dispositivos legais que visam punir os agressores, bem como, divulgar a existência de uma delegacia especializada no combate à violência doméstica. É importante que as vítimas conheçam os mecanismos de defesa e que os agressores estejam cientes das consequências legais decorrentes de suas ações criminosas”, disse.

Durante a ação, os servidores da DECP, também, conversaram com a população sobre os trabalhos realizados na delegacia de Tabatinga.  A ação contou com o apoio da equipe da ESFRON/PC, Polícia Militar (PM) e servidores do Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) de Tabatinga. Conforme, Wagna, a iniciativa dever se repetir em outros pontos da cidade. “A ideia é que as ações de combate à violência doméstica sejam intensificadas e se tornem permanentes no município, para propiciar o rompimento do silêncio, isolamento, e dos atos a que estejam submentidas”, destacou.

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