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Tocha da Rio-2016 revelada. Revezamento começa em maio

Tocha Olímpica revelada, em Brasília/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

A tocha que será utilizada nos Jogos Olímpicos do Rio-2016, foi revelada na manhã de hoje, sexta-feira (03), em uma cerimônia em Brasília. Com a presença da presidente Dilma Rousseff, de diversos atletas olímpicos, e integrantes do Comitê Organizador do evento, foi anunciado, também, como será o revezamento da chama olímpica pelo Brasil.
O Comitê Organizador lançará uma campanha nacional para receber histórias de brasileiros que possam conduzir a tocha. A estimativa é de 12 mil pessoas poderão carregar o objeto por cerca de 200 metros. Ao todo a chama olímpica percorrerá 20 mil km e voará 10 mil milhas pelo país.

A tocha traz como característica marcante um mecanismo que a faz ‘crescer’ quando está acesa. No momento em que recebe o fogo olímpico, espaços coloridos se abrem no objeto. Criada pela Chelles & Hayashi, que venceu um concurso realizado pelo comitê organizador, ela é produzida em alumínio reciclado, resina e acabamento acetinado, pesa entre 1 kg e 1,5 kg e mede 63,5 cm. Quando aberta, chega a 69 cm.

“Com a tocha dos Jogos do Rio-2016 cresce para nós tanto a responsabilidade quanto a emoção. Está chegando o dia em que seremos o primeiro país da América do Sul a sediar o maior evento esportivo da terra”, discursou a presidente Dilma Rousseff. “Vamos receber à altura o desafio que recebemos. Faremos com hospitalidade uma Olimpíada histórica. Uma página muito importante na história do nosso povo. Esta tocha circulará pelo Brasil, será empunhada por homens e mulheres do nosso povo”.

Diferentemente de edições anteriores, a Olimpíada no Brasil não promoverá um revezamento internacional, em diversos países, mas só dentro do território nacional. A chama será acessa em maio na Grécia e nos 90 dias que antecederem a abertura dos Jogos, a tocha visitará 300 municípios de todas as regiões do país.

Apenas 83 cidades terão a oportunidade de permanecer com a tocha por uma noite. Com ponto de partida em Brasília, ainda em maio, a chama olímpica terminará sua jornada no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro, na cerimônia de inauguração dos Jogos no dia 5 de agosto de 2016.

“O mais importante é integrar o povo brasileiro aos Jogos. Eles serão no Rio de Janeiro, mas eles são do Brasil. Nesse momento o que mais importa é que cada ser humano que participar possa deixar sua história”, afirmou o presidente do Comitê Organizador, Carlos Arthur Nuzman. “Vamos celebrar a tocha e vamos celebrar o momento em que eles estão comemorando conosco. A união será o maior legado que os Jogos deixarão para o Rio e para o país”.

“A Olimpíada não é só um evento esportivo, é um processo em que um país ou uma nação pode se apresentar para o mundo. É a oportunidade que o Brasil tem de mostrar, apesar de todos os problemas, que somos uma grande nação”, disse o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes.

O evento ainda contou com a presença do velejador bicampeão olímpico Torben Grael, a também velejadora Isabel Swan, bronze em Pequim-2008,  o vice-campeão olímpico em 1984 com a seleção de vôlei, Bernard Rajzman, o campeão olímpico com o vôlei em 1992, Paulão, a medalhista de bronze também no vôlei, Leila, o governador do Piauí, Wellington Dias, governador do Rio de Janeiro Luiz Fernando Pezão, o governador do Distrito Federal Rodrigo Rollemberg e o ministro do Esporte George Hilton.(UOL)

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