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‘Tributo a Tim Maia’ é atração do Teatro Manauara, amanhã, sexta(30)

Charles Maia, a semelhança e a voz de Tim/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

Amanhã, sexta-feira (30), o público de Manaus poderá conferir a performance do artista Charles Maia, considerado o melhor cover do cantor Tim Maia, a partir das 22h00, no palco do Teatro Manauara, com pré-show da banda amazonense Official 80, que promete esquentar a noite de homenagem a Tim.
Os ingressos continuam à venda pelo site www.ingresse.com e na bilheteria do teatro, localizada no Piso Buriti, do Manauara Shopping. O evento é uma produção da promoção da Tribus Promoções & Eventos.

O pernambucano Carlos José da Silva ou simplesmente Charles Maia, não é por acaso, considerado o melhor cover do artista. Além da impressionante semelhança física, também, é dono de um vozeirão grave, imponente e tem presença de palco.

No show, Charles Maia em homenagem a Tim Maia, apresentará vários sucessos do “Síndico”, como: “Gostava Tanto De Você”, “Azul da Cor do Mar”, “Você”, “Primavera”, “Não Quero Dinheiro”, “Do Leme ao Pontal”, entre outros clássicos do repertório do saudoso Tim.

“Não é qualquer um que canta as músicas do Tim Maia e ainda com qualidade e grandes semelhanças. O Charles é uma exceção  fazendo isso com bastante talento. Com certeza, o público de Manaus gostará desse show”, explicou produtor Vanderlei Alvino, sócio da Tribus.
Charles Maia ganhou vários concursos como sósia e, com isso, logo    tornou-se o cover oficial do cantor. Participou de diversos programas de TV, entre eles o especial “Por toda minha vida”, da Rede Globo, que contou a história de Tim Maia, onde  deu vida ao ídolo da soul music.

Também participou dos programas “Domingão do Faustão”, “Tudo é Possível”, no quadro ‘O maior imitador do Brasil’, “Programa do Gugu”, “Altas Horas”, entre outros.

Tim Maia

Dono de uma personalidade polêmica, mas de um talento inegável,  em 2015,Tim Maia completaria 73 anos. O artista nunca teve convivência saudável com gravadoras, nem com a mídia (era conhecido por esquecer entrevistas,  participações em programas ou mesmo de ir aos shows). Por outro lado,  a rebeldia aliada ao talento atraia inúmeros fãs.
Formou o grupo de rock “The Sputniks”  aos 15 anos e, a seguir, partiu para os Estados Unidos, onde permaneceu alguns anos. Esse tempo nos EUA determinou sua maneira de fazer música. Quando voltou ao Brasil,  se transformou no pai da soul music brasileira, estourando nos anos 70.
Tim morreu em 1998, quando subitamente se sentiu mal na abertura de um show. Sua vida controversa, tanto no lado humano quanto do artista, é retratada no livro de Nelson Motta e o filme “Vale Tudo”, de 2013.

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