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Última Quinta-feira de Novembro – Dia Nacional de Ação de Graça(Por R.G.Schaeken)

Professora Raimunda Gil Schaeken(AM)
Redação
Escrito por Redação

Este dia, por não ser feriado nacional aqui no Brasil, não é festejado como nos Estados Unidos, país em que esta festividade é uma das mais tradicionais.
A ideia de dedicar um dia especial à ação de graças teve origem em 1909, quando o diplomata brasileiro nos Estados Unidos, Joaquim Nabuco, assistindo com o corpo diplomático à missa de ação de graças na Catedral de São Patrício, em Washington, fez este apelo profético: “Eu quisera que toda a humanidade se unisse anualmente, num mesmo dia, para um agradecimento universal a Deus”.

No Brasil, houve manifestações e campanhas para a celebração de um dia de ação de graças.  E no dia 16 de agosto de 1949, o Presidente da República, Eurico Gaspar Dutra, fixou em lei a última quinta-feira de novembro como o Dia Nacional de Ação de Graças, através da Lei n. 781, regulamentado pela lei n. 5.110, de 22 de setembro de 1966, assinada pelo presidente Castelo Branco. Em l967, o Papa Paulo VI apoiou essa iniciativa liderada pelo Brasil.

Render graças significa comungar com os desígnios de Deus Pai e renovar com Ele a aliança, reassumindo o compromisso de andar pelos seus caminhos.

Render graças é contemplar a misericórdia de Deus Pai e aceitá-lo como Pai e a todas as pessoas como irmãs.

Render graças é lembrar que tudo o que foi criado pertence a Deus e Ele destinou os bens da criação em favor da vida. No plano de Deus tudo existe por causa da vida.

Render graças é dizer muito obrigado a Deus porque Ele nos deu a vida e caminha conosco.

Render graças é assumir uma atitude de gratuidade, generosidade, disponibilidade e doação frente às necessidades dos pobres, os amados por Deus.

Render graças a Deus pela família, pela pátria e pelo pão de cada dia.

São Francisco de Assis agradecia a Deus por tudo e por todas as criaturas que chamava de irmãos e de irmãs, como o Sol, a Lua, o ar, a água. Agradecia pela comida, pela pobreza, e até pela irmã morte!

Que a flor da gratidão, sempre mais rara nos jardins da humanidade, não murche e não morra em nossos corações.(Raimunda Gil Schaeken – Tefeense, professora aposentada, católica praticante,
membro efetivo da Associação dos Escritores do Amazonas – ASSEAM e da Academia de Letras, Ciências e Artes do Amazonas – ALCEAR.)

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