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Vasco enfrenta Tupi hoje (21), no ´Caldeirão´ de São Januário

Vasco espera casa cheia contra o Tupi/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação

Pula aê, pula aê, deixa o caldeirão ferver!”. O grito virou hit entre os torcedores do Vasco por muitos anos, ainda é ouvido nas arquibancadas. Porém, a verdade é que faz tempo que São Januário anda bem morninho. Em uma temporada onde a equipe dá motivos de sobra para receber apoio, o vascaíno fez sua parte no Maracanã nas finais do Carioca, em Brasília, Manaus, Belém, Cariacica, São Luís… Na casa oficial do time invicto há 28 partidas, no entanto, a torcida está devendo. Hoje, sábado, às 16h (de Brasília), contra o Tupi, há mais uma oportunidade de começar a esquentar o caldeirão.
Os números mostram que o público que São Januário vem recebendo em 2016 não condiz com o que a equipe tem apresentado em campo – campeã estadual invicta, classificada para terceira fase da Copa do Brasil e com boa estreia na Série B. Em 11 partidas na temporada, 59.858 espectadores estiveram no estádio, média de somente 5.442 pessoas por jogo. A marca representa apenas 26% de ocupação de uma capacidade máxima prevista de 21.880 torcedores. O GloboEsporte.com, então, enumerou cinco razões para o vascaíno mudar este panorama a partir do jogo contra o Tupi:

Torcedor como centroavante

O Vasco vive seu maior momento de provação na temporada. Sem Riascos, o time de Jorginho precisa se reinventar. Por mais que tenha seis gols no ano, Thalles atua de outra maneira, mais fixo na área, mudando a característica da equipe. Diante do CRB, Rafael Vaz precisou ser improvisado no ataque para garantir a classificação. A pressão do torcedor será um motivo a mais para o Cruz-Maltino se mandar para cima dos mineiros.

Resposta dos cariocas

O torcedor vascaíno já deu show de parceria com o time ao longo de 2016 ao redor do Brasil. Brasília, Belém, Manaus, Cariacica, Maceió e São Luís já receberam partidas do Vasco, todas com festa no aeroporto e bom público no estádio. No Rio, porém, o cenário é diferente. Com exceção das finais no Maracanã, os números são decepcionantes. A melhor marca é de 13.656, no clássico com o Flamengo. Jorginho disse entender os cariocas, mas pediu apoio. Chegou a hora de dar a resposta!

Valorização do sócio-torcedor

O crescimento do público em São Januário está diretamente relacionado ao crescimento do programa de sócio-torcedor “Gigante”. Dono de sua própria casa, o Vasco oferece benefícios aos membros, desde a compra de ingressos até a entrada por acessos exclusivos. Com quase dois meses de existências, já são cerca de dez mil adeptos. O sucesso de público no estádio é importante para impulsionar essa que é apontada como uma das principais fontes de renda do clube.

Campanha avassaladora em 2016

São 23 partidas, 17 vitórias, seis empates, 39 gols marcados e somente 11 sofridos na temporada. Além disso, 28 jogos sem perder no total, a maior série invicta da história, com direito ao título estadual neste período. Por fim, o Vasco está classificado para terceira fase da Copa do Brasil e iniciou vencendo com sobras fora de casa um rival complicado na Série B. Acho que todas essas informações bastam para que o torcedor se convença que precisa comparecer mais em São Januário, não?

A magia de Nenê

O futebol que Nenê tem apresentado em 2016 é daqueles que “valem o ingresso”. Com dez gols e nove assistências, o camisa 10 tem sido um dos jogadores mais decisivos do futebol brasileiro recentemente. Mesmo quando não tem uma grande atuação, como nas duas finais do Carioca, ele resolve de alguma maneira – no caso, com duas assistências. Nenê em campo é praticamente garantia de um lance de habilidade, daqueles que “valem o ingresso”.

E aí, vascaíno, precisa mais?

Vasco x Tupi-MG  

Local: São Januário, Rio de Janeiro
Data e horário: sábado (21), às 16h (de Brasília)
Escalação: Martín Silva, Yago Pikachu, Luan, Rodrigo e Julio Cesar; Marcelo Mattos, Julio dos Santos, Andrezinho e Nenê; Jorge Henrique e Thalles.
Desfalque: Madson (lesão no adutor da coxa)
Arbitragem: Francisco Carlos do Nascimento (AL), auxiliado por Pedro Jorge Santos de Araújo (AL) e Brigida Cirilo Ferreira (AL).

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