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Venezuela: contra Maduro, oposição toma conta das ruas de Caracas

Maduro, eleito em 2013, é acusado pela oposição de má administração/Foto: Divulgação
Maduro, eleito em 2013, é acusado pela oposição de má administração/Foto: Divulgação
Redação
Escrito por Redação
Maduro, eleito em 2013, é acusado pela oposição de má administração/Foto: Divulgação

Maduro, eleito em 2013, é acusado pela oposição de má administração/Foto: Divulgação

Milhares de opositores venezuelanos tomaram as ruas da capital, Caracas, nesta quinta-feira (1º), para protestar contra o governo de Nicolás Maduro e pedir a realização de um referendo constitucional para tirá-lo do Poder.

Pessoas de todos os cantos do país se reúnem na capital desde a madrugada, apesar de pesados controles impostos pelo governo chavista, muitos deles vestidos de branco ou com as cores amarelo, vermelho e azul, da bandeira nacional. Os organizadores da manifestação, apelidada de “Tomada de Caracas”, esperam mais de 1 milhão de participantes. Este é o maior ato desde a onda de protestos populares realizado em fevereiro de 2014, que resultou na morte de mais de 40 pessoas, além da prisão de milhares de opositores.

A marcha está sendo realizada em meio à detenção de diversos dirigentes opositores e a deportação de correspondentes estrangeiros que pretendiam cobrir o ato.

Maduro, eleito em 2013, é acusado pela oposição de má administração. Atualmente, o país passa por uma séria crise política e econômica. A Venezuela sofre com uma inflação galopante (a maior da América Latina), acompanhada de uma crise produtiva, problemas de distribuição de produtos de primeira necessidade, mercado golpeado por medidas de restrição e regulamentação, o país também atravessa uma séria crise de abastecimento de energia.

De acordo com os opositores, as autoridades eleitorais não estão cumprindo os prazos determinados por lei para dar andamento ao processo do referendo que pode tirar o presidente do Poder. A pressa da oposição se justifica pelo fato de querer que todo o processo seja realizado ainda neste ano. Isso porque, caso a votação popular fique para o ano que vem e o “Não” a Maduro vença, o presidente deixará o posto para seu vice.

(NOTÍCIAS AO MINUTO)

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